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23 novembro 2017

Movie time


Na sexta-feira passada estive na antestreia do filme "O Espírito da Festa" e... que filme bom, senhores!! Gostei tanto, mas tanto... ri-me, comovi-me... foi o final de tarde perfeito, a fechar uma semana corrida. Eu sei que sou suspeita, porque sou das maluquinhas que gosta de cinema francês, mas isto vale mesmo, mesmo a pena. É uma comédia inteligente sobre o amor, a amizade, a entrega e a redenção e, ao mesmo tempo que me fez realmente rir - porque tem um argumento realmente inteligente e actores capazes de aguentar a coisa sem desvios -, fez-me pensar e questionar umas quantas coisas...

Saí de lá de alma lavada e coração leve. Também é para isto que serve o cinema, não é? Vão ver!

16 novembro 2017

Moving on...



Então, um dia percebes: já saíste dali, já consegues andar. Percebes que guardaste o passado numa caixinha bonita, colocaste uma fita a fechar a caixa, deste um laço e arrumaste a caixa no armário mais bonito que tens: o das boas recordações. Se fechares os olhos, ainda consegues sentir o amargo do que te trouxe aqui, mas o sabor que prevalece é o das coisas boas que viveste ali. Foi bom. Tiveste de viver tudo para aprender qualquer coisa. Sabes que hoje és uma pessoa diferente. Perdeste coisas, ganhaste coisas. Vês o mundo de outra perspectiva. Acreditas menos, queres mais. Procuras o equilíbrio entre estas coisas e aprendeste finalmente que se não te serve, não é para ti. Não forças nada. Vives tudo.

E quando dás conta, andaste em frente. Já consegues abrir os olhos e ver que o mundo é afinal uma Primavera que vem devagarinho, apenas saibas esperar que o que semeaste floresça. Podias ter sido tão feliz ali. E foste. Como em mais lugar nenhum. Mas aquele sítio é agora uma memória guardada numa caixa e tu estás pronta para construir memórias novas, que hás-de pôr em caixas quando chegar o tempo.

E quando dás conta, sorris novamente perante coisas novas, perante ti, que és a mesma, mesmo não sendo. Sorris porque cresceste. Porque renasceste depois da destruição. Porque consegues ver para além do nevoeiro que entretanto começou a dissipar-se. Sorris porque és tu e ninguém te ama tanto como tu própria. E aprendeste que o amor não dói e que se dói, não é amor. Aprendeste que a tua destruição nunca te fará feliz. Que precisas de quem te acrescente e não de quem te esgote. Que não precisas de quem te complete, porque és completa sozinha, mas sim de quem te transborde e te faça querer ser cada vez maior. Aprendeste que consegues amar desmesuradamente, mas sabes agora que o amor só faz sentido se for uma estrada de duas vias e não um caminho de sentido único.

Um dia, abres os olhos e sentes. Estás pronta. E vais.

14 novembro 2017

Equilíbrios

O universo tem uma maneira estranha de nos equilibrar. Ou sou eu que tenho uma maneira estranha de ligar os pontos. Quando a vida nos tira coisas boas, que amamos, mas que não são para nós, encarrega-se de nos levar a sítios onde o nosso coração sossega.

A vida levou-me um amor, mas trouxe de volta a minha melhor amiga para perto de mim. E isso permite o quê? Que jantemos juntas várias vezes por semana. Ontem, por exemplo. Com uma garrafa de vinho tinto e umas fatias de red velvet. Conversa, tanta. Gargalhadas. Voz a tremer ali a espaços (porque acabamos invariavelmente a falar de amor... e há amores que doem mesmo depois de irem embora).

O melhor disto tudo? Sentir-me em casa quando estou em casa dela. E senti-la em casa quando ela está na minha. Isto tem um nome: irmãs...

10 novembro 2017

Planos

Há coisa de um mês e pouco achei que precisava de um boost na minha dieta/treino e que o ideal seria contratar um serviço de acompanhamento online. Sigo uns quantos no Instagram e o que não falta é oferta. Uma das "marcas" em particular fazia parte do meu dia-a-dia. Não pensei muito quando os escolhi. Fiz o que tinha a fazer, dei as informações todas, paguei e aguardei pelo plano novo. A coisa funcionou de 9 de Outubro a 9 de Novembro. E como correu? Ora bem...

1. O plano de treino não era muito diferente do meu plano anterior. Ora o plano que eu estava a fazer antes foi desenhado por mim, com um objectivo claro: foco nos glúteos, sem esquecer que há vida para além do rabo (salvo seja!).

2. O plano alimentar era uma coisa, vá, surreal. Três ou quatro doses de proteína em pó por dia e 100gr de frango ou atum ao almoço. Todos os dias. Durante 30 dias. Não é frango ou peru ou carnes vermelhas sem gordura ou um peixe qualquer. É frango OU atum todos os dias durante um mês. Ao jantar, 130gr de um peixe à escolha. E três ou quatro scoops de whey por dia. É que é já a seguir...

2a. Dois pequenos-almoços por dia, um deles antes do treino. Ora eu treino em jejum e isso não vai mudar enquanto eu não sentir que preciso de mudar isso. Ceia. Ora eu janto e deito-me uma hora depois... e obviamente nunca faço ceia. Só acontece se ficar a ver um filme ou assim e acabar por me deitar mais tarde, mas por norma não sinto essa necessidade. Expliquei isto: aquele pequeno-almoço pré-treino não encaixava com o meu estilo de vida, a ceia também não. A minha ideia foi que seria relativamente simples pegar nesses macros e nessas calorias e distribuir pelo resto das refeições. Mas não. A resposta que me deram foi... adapta-te, é uma questão de hábito, insiste que consegues. É que é já a seguir...

2b. Tentei fazer os almoços e jantares como eles mandavam durante uns dias. O que acontecia era simples: fome a seguir às refeições. Óbvio... quer dizer, 100gr de frango pesado em cru dá tipo duas colheres de sopa de frango. Uma fartura. Quando me queixei disto a resposta foi: se não comes aqueles pequenos-almoços e se não fazes a ceia é natural que tenhas fome no dia seguinte. Pois. Mas eu não vou mesmo tomar o pequeno-almoço antes do treino porque isso implica acordar meia hora mais cedo (e eu acordo às 6h45), porque não gosto de comer de manhã, assim que acordo (nunca gostei, passei dois terços da minha vida a beber um copo de leite antes de sair de casa e só ter isso no estômago até ao meio da manhã) e porque quero continuar a treinar em jejum porque me sinto muito bem assim.

3. Pedi para me indicarem os macros e calorias que me tinham atribuído, para que eu pudesse fazer trocas de alimentos sem sair dessas quantidades. Resposta: não trabalhamos com macros. Ah... tá... Mas... então trabalham como? "A quantidade de hidratos que consomes é que vai fazer a diferença e controlamos por aí..."

Portanto, resumindo, o que aconteceu foi que mantive a coisa mais ou menos a acontecer durante 10 dias. Depois mandei o primeiro feedback, obtive estas respostas e lixei-me para aquilo tudo. Pelo meio tive uma lesão na mão, andei uns dias com uma tala no dedo e não pude treinar. E andei a comer as frustrações, portanto ganhei três quilos num instante...

Conselho de amiga: se vão meter-se nisto de contratar um acompanhamento online, não façam o que eu fiz, que achei que o facto de os seguir no Instagram e de ver como era a vida deles era suficiente para saber o que me esperava. Façam perguntas. Vejam se as teorias de quem faz o acompanhamento batem com as vossas. Vejam se as teorias deles se adequam à vossa vida. Eu acho mesmo que os planos de treino e alimentares têm de ser adaptados à nossa rotina e não o contrário. Não sou eu que tenho de começar a tomar dois pequenos-almoços só porque eles acham que sim. Eles é que têm de fazer a coisa de maneira a eu sentir o menor impacto possível no meu dia-a-dia, caso contrário a probabilidade de não cumprir o plano é, vá, elevada.

A minha maneira de resolver isto tudo foi simplesmente parar. Parei de seguir o plano, não dei mais feedbacks (e eles não se preocuparam minimamente com isso... não me perguntaram NADA desde que me responderam acerca dos macros), e voltei ao meu plano de treino e à minha alimentação, que já era cuidada. Os três quilos foram embora em quatro ou cinco dias e eu voltei a sentir-me bem comigo. Sei que hei-de voltar a procurar um acompanhamento online daqui a algum tempo, e sei que vou querer ser acompanhada por alguém que trabalhe com dieta flexível, que é aquilo em que eu acredito: equilíbrio. Também sei que vou ser muito mais criteriosa nas minhas escolhas e que só vou fechar negócio quando sentir que eu e o "acompanhador" estamos na mesma página. Até lá... é manter o que tenho feito que, por acaso, até funciona...

06 novembro 2017

Into the woods...







Há muito tempo que me apetecia fazer uma coisa assim. Eu, sozinha, num momento meu. Sabia exactamente o que queria fotografar, sabia o que estaria por detrás das imagens. Tenho a sorte de ter a Lia na minha vida. E a Lia é só uma fotógrafa genial, que sabe puxar por mim, que sabe guiar e dirigir as sessões. Não me senti desamparada em momento nenhum. É óbvio que isto vem do facto de sermos amigas, mas já a vi fotografar pessoas com quem não tem a mesma confiança que tem comigo e o resultado foi o mesmo: empatia e à-vontade.

Fiz duas sessões - as primeiras duas fotos são da última sessão, as outras são da primeira. Porque é que há menos fotos da segunda do que da primeira? Porque a maioria das fotos da segunda sessão não são publicáveis... Mas vamos por partes.

Quis fazer isto porque achei que ia sentir-me bem comigo. Achei que ia gostar de me ver nas fotografias, no momento em que estou agora. Nunca me senti tão bem com o meu corpo e nunca estive tão triste com uma série de coisas que aconteceram na minha vida. Quis ver o que daria esta combinação de coisas, este yin-yang que poderia ser complicado.
A ideia foi irmos para o meio da serra de Sintra e ver o que acontecia. Queria ver-me sem artefactos, crua, como eu sou. Fizemos isso na quarta-feira passada, só as duas. Tinha tido uma manhã muito, muito difícil, tinha o coração amassado e a Lia teve medo de que eu não estivesse no mood certo. Achei exactamente o contrário. Achei que poderia usar essas emoções e ver no que dava. Fomos. Deixámo-nos levar: fomos para a ponta de uma escarpa onde, se nos calha a escorregar um pé... olha, íamos parar ao fundo da ravina e só conseguiam tirar-nos de lá de helicóptero (num saco preto, bem entendido...), andámos a evitar olhares alheios (com sucesso), andámos a fugir de carros no meio da estrada (também com sucesso - ninguém se magoou!) e conseguimos fazer o que queríamos. Podíamos ter feito isto em casa, num ambiente diferente, ainda mais intimista. E faremos isso em breve...

Quando vimos as fotografias percebemos que tínhamos de repetir. E que tínhamos de fazer mais coisas. E a Lia também quis ser fotografada. A Sofia, o outro elo da nossa ligação, também quis. Fomos no sábado. Novamente no meio da serra, com muito menos roupa do que na quarta-feira, mas agora juntas, a puxarmos umas pelas outras e a ajudarmo-nos.

Foi libertador. Sem vergonhas, sem medos, sem impedimentos. Só nós e a natureza. Só nós connosco. Não sei o que lhes passou pela cabeça enquanto eram fotografadas, mas sei o que me passou a mim. Eu estava ali. Eu. Inteira. O meu lado mais bonito estava ali exposto e ia ficar fotografado. Sensação de poder brutal. De amor próprio. Auto-estima nos píncaros. Se tiver de pensar numa outra vez em que me senti assim... a resposta é: no dia do meu casamento, porque estava exactamente como queria, sentia-me linda e estava no topo do mundo.

Nas fotografias, estão os meus pontos fracos todos. O nariz enorme e com um alto. A barriga inchada, pré-menstrual. A celulite no rabo. Tudo visível. Nada foi retocado. Porquê? Porque não é preciso. Porque não quero. Gosto de mim assim. Esta sou eu, com todas as minhas falhas, com tudo o que me faz única e diferente. Este é o meu corpo, que conta a minha história e é reflexo do caminho que fiz até aqui. Bem sei que estou num momento bom - treino muito, como relativamente bem e isso nota-se. Mas não sou modelo, nem seria nunca considerada como tal. Sou imperfeita. Mas aceito isso. Sou eu e eu gosto de mim. E fiquei a gostar ainda mais depois de ver as fotografias.

Temos corpos completamente diferentes. Nenhuma de nós é ou foi modelo. Nenhuma de nós ganharia umas asas de angel da Victoria Secrets. Todas temos fotografias brutais. Todas temos fotografias que adoramos e em que adoramos ver-nos. Todas aceitamos as nossas imperfeições: a barriga mais saliente de uma, o rabo menos trabalhado de outra, a celulite de outra. Não importa. Nada disso importa.

Se me perguntarem, direi que todas as mulheres deviam fazer isto uma vez na vida. Por si. Para si (e, eventualmente, para namorados ou maridos, para que vejam as suas mulheres de outra forma e percebam o quanto elas gostam de si mesmas). Não há mal nenhum nestas fotografias. Há só muito amor.

Estas fotografias não são sobre vaidade. São sobre amor próprio. São sobre aceitar o que sou e amar-me tal como sou. São sobre perceber que tudo o que tenho, bom e mau, faz a pessoa única e inesquecível que sou. São sobre o caminho que foi feito, o que me magoou, o que me fortaleceu, o que me ensinou e me fez ser o que sou hoje. Acima de tudo, estas fotografias são sobre aceitação. E, no fim do dia, é só isso que importa. Que gostemos de nós como somos. Que saibamos aceitar as imperfeições e perceber o quanto elas nos tornam únicas. Que saibamos valorizar as coisas boas que temos, mas que não estejamos em guerra constante com as coisas de que gostamos menos.

Não percamos mais tempo a apontar o que nos falta ou o que não gostamos em nós. Aproveitemos esse tempo para nos valorizarmos, para nos vermos com olhos de quem ama, de quem aceita, de quem conhece. Aceitemos que somos bonitas, seja lá como for. Somos nós, não há ninguém igual e, caramba, isso é imbatível...

03 novembro 2017

Cobra

Mudava de pele agora. Como as cobras. Mudava de pele e deixava para trás o tanto que me feriu, o tanto que me destruiu, o tanto que me transformou e me fez deixar de ser quem era, para passar a ser isto que não reconheço. Esta não sou eu. Era eu até ter chegado a devastação. Fui eu, mais verdadeira do que nunca. Depois deixei de ser. E mudava de pele agora, se pudesse.

Preciso de respirar fundo. De me encontrar no meio dos escombros. Preciso de uma estratégia para voltar à minha pele, ao meu corpo, à minha alma. Entreguei tudo o que tinha. Dei demasiado de mim. Não me arrependo. Ou talvez me arrependa, sim. Porque o preço que pago hoje é demasiado elevado. Pago com a vida que já não tenho. Esta não sou eu. Estes são os fragmentos que sobraram, mas não sou eu. E eu gostava daquela pessoa que matei com o coração. Gostava do que era, do que tinha, do que tinha para dar. Gostava dos sorrisos, das brincadeiras, do cérebro, do coração. Agora não tenho nada. Apenas um aglomerado de ruínas a tentar perceber se há maneira de voltar a colar tudo, de voltar a ser eu.

Não posso mudar de pele. Mas posso esconder-me. Desaparecer por entre o fumo. Até ser capaz de surgir novamente. Até sentir que estou a voltar a mim. Um dia. Agora ainda não. 

01 novembro 2017

Ballerina

À procura da leveza. À procura do meu espaço. À procura daquele bocadinho de paz que me falta ainda. A tentar que o coração pare. A sossegar a respiração. Um dia hei-de estar ali, onde serei sozinha e sossegada, nada que me abale, nada que me toque, nada que me mova. Só eu. Vazio total de tudo o resto. Até lá, danço. Faço o melhor com o que tenho. Danço. Para exorcizar demónios. Danço. Para que a ilusão da música me toque e me faça respirar. Danço. Sozinha. Assim. Ninguém me ensinou. Tive de aprender sozinha. Como sempre. Sozinha. E é assim que tem de ser.

30 outubro 2017

She who is gone...

Não me perdes quando me mandas embora. Não me perdes quando foges, apesar de tudo em ti querer ficar. Não me perdes nas tuas incertezas. Não me perdes nas tuas dúvidas. Não me perdes em nada. Excepto nas mentiras. É aí que me perdes. Foi aí que me perdeste. Quando percebi que a verdade que me mostravas era diferente da outra verdade. A verdade-verdade. E foi aí que me perdeste. Quando as tuas atitudes falaram por ti. Quando te revelaste no tanto que quiseste esconder. Tiveste medo de vir a sofrer no futuro. Não tiveste medo nenhum de fazer-me sofrer a mim. Agora, no presente. Tiveste medo do que pudesses passar às mãos de uma pessoa que te deu tudo, que te amou acima de tudo, apesar de tudo, com tudo o que havia contra o que tínhamos entre nós. Não tiveste problema nenhum em magoar-me propositadamente, em rasgar pele até ao osso, em ver o sangue jorrar por entre as lágrimas. O que tu fazes não diz nada sobre mim. Mas mostra tudo sobre ti. O que conta são as atitudes. Tudo se revela nas atitudes. Olha para as minhas. Olha para as tuas. Foi assim que me perdeste. Pena...

Como num poema...

Quando comecei a escrever, escrevia essencialmente poesia. Tenho algum pejo em chamar poesia àquilo, porque acho que poesia é uma arte demasiado elevada para que chegue lá. Fui chegando. Depois, naturalmente, dei por mim a precisar de contar histórias e não tanto emoções. Vieram as short-stories. Foram anos a escrever assim, histórias rápidas, sem deambular entre palavras, uma matemática de essenciais que concentrava em si tudo o que eu queria contar. Escrever um romance foi uma guerra interna. A dúvida que mantive quase até ao final: seria eu capaz de escrever uma coisa longa, consistente, que não se acabasse em 10 mil caracteres? Fui.
Agora regressei à poesia. Sem planear. Sem querer. Porque sim. Porque o tanto que havia engasgado teve de explodir. Explodiu em sorrisos alheios. Explodiu em vidas que não conheço. Mas reconheço as emoções que se guardam nos abraços, que transparecem no brilho do olhar, na forma doce como nascem sorrisos porque há vida e amor.
Os últimos dias têm sido assim. A Lia mostra-me uma foto, eu alinho palavras. Às vezes choro eu. Ela chora quase sempre. No fim, o que importa é que temos oferecido sorrisos. E se isto é um talento, se isto é o que eu sei fazer, então que seja para fazer pessoas felizes, que seja para trazer sorrisos seja em que ocasião for.
(Foto e textos meus, edição dela. E muito amor por esta irmã que a vidinha fez o favor de me oferecer!)

20 outubro 2017

Soundtrack

Hoje, a tocar por aqui:



[Porque voltou? Não. Porque foi embora... e eu recuperei o que era meu e voltei a conseguir ouvir isto de que gosto tanto. Tempo. O tempo resolve tudo. Apazigua. Põe tudo no sítio certo. E enquanto houver chão debaixo dos meus pés, não tenho razão nenhuma para parar de andar.]