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12 junho 2009

Do tempo que é curto

Isto do casamento é coisa que nos come tempo a uma velocidade alucinante.

Hoje: falar com o senhor do catering e saber se já tem trabalho para o "nosso" dia. Se sim, escolher outro dia, que pode cair o céu, mas o catering tem que ser aquele (e não, isto não é capricho meu; é exigência dele). Se não, procurar, de entre as quintas com que o senhor trabalha, aquelas que são ali para os lados da serra mais bonita do país, ligar para lá, ver quais têm e quais não têm vaga para o nosso dia. E marcar visitas.

Se tivermos que mudar a data, ligar para a igreja e fazer isso mesmo: mudar a data. Se calha a não haver padre disponível para o dia D, tratar de desencantar algures um padre que nos case.

Entretanto, terei que falar com a noiva seguinte (e, eventualmente, a anterior, caso haja), visto que naquela igreja se casa de duas em duas horas e decoração só há uma por dia (portanto convém gerir gostos: não dá para uma querer geribérias cor-de-laranja e outra orquídeas cor-de-rosa... não que isto me chateie muito, mas pronto).

Depois, tratar de papéis, que é coisa que me exaspera. Papéis na conservatória (meninas que já casaram: serve uma conservatória qualquer ou tem que ser especial de corrida?), papéis na igreja. Depois marcar as datas do curso de preparação para o matrimónio - acho que não adianta dizer que já estamos preparados porque já vivemos juntos há um ano e tal, portanto a preparação já lá vai...

Depois: convites, lembranças, música, coro da igreja, leituras, mesas, ementas, animação para os miúdos (que vão ser qualquer coisa tipo 12!), alianças, lua-de-mel, bouquet, acessórios, cabelo, sandálias e o bem fadado vestido...

Resumindo: nos próximos quatro meses o meu cérebro estará em piloto automático, formatado para apenas um assunto: este. A ver se não me esqueço de viver nos entretantos...

1 comentário:

  1. Eu fui à conservatória da minha área de residência. Mas já não me lembro se foi requisito...

    Beijinhos

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