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02 julho 2009

Matar saudades

Nos meus tempos de jovem independente, que não tinha ninguém a quem prestar contas, chegava a esta altura do ano já com um bronzeado potente, porque aproveitava todos os bocadinhos livres para ir para a praia, não pelo bronzeado com que ficava mas porque gosto mesmo daquilo.

Abri hoje a minha época balnear. Manhã de praia com uma amiga, as duas a pôr a conversa em dia, devidamente besuntadas em protector. Acontece que houve um triângulo da minha pele que escapou à razia. Está lindo, como devem calcular. Acontece também que depois fomos almoçar à esplanada. A única mesa vaga estava meio ao sol, meio à sombra. Por mero acaso, os moços que estavam na mesa imediatamente ao lado, essa sim completamente à sombra, são velhos conhecidos, pelo que pedi para dividirmos melhor o chapéu. Acontece que metade de mim almoçou à sombra e a outra metade ao sol. E isso nota-se. E acontece também que o sol estava de frente para mim e que eu que, minutos antes, tinha tido o máximo cuidado com as marcas da parte de cima do bikini, me esqueci que estava de vestido e podia ter tirado a alça do pescoço, para não ficar triangulada. Fiquei. E agora devo ter que aderir temporariamente ao topless, porque não quero chegar neste estado a Outubro...

E soube tão bem este dia...

1 comentário:

  1. Eu vou iniciar Domingo, acho que nunca andei tão branquinha comoeste ano. :)

    Isso das marcas é complicado, por menos que queiramos fica sempre marca de alguma coisa... Ora é do vestido, ora da alça que até tiramos mas ficou enrolada!!!!! Grrrr...

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