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15 janeiro 2010

The day after

Conversámos. Discutimos o que havia para discutir. Continuamos a não nos focar na mesma coisa. Eu foco-me nas origens, ele foca-se nas reacções. Faz parte, cada um dá ênfase ao que o magoa. Não acredito que a coisa se cure do dia para a noite, mas acredito que comece a melhorar e que vá melhorando com o tempo. Estamos melhor, mas a mim estas coisas não me passam com um estalar de dedos. Levará dois ou três dias. É a vida.

4 comentários:

  1. As pessoas reagem de maneiras diferentes. Cada um tem que aprender a conviver melhor com o feitio do outro. Acredita que, com o tempo, tudo vai melhorar.

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  2. Isso não será coisa de gaja? É porque eu noto o mesmo. Podemos já ter conversado, podemos já ter esclarecido tudo, posso já ter perdoado, mas mesmo assim demora-me um tempo a sair do sistema. Acho que é mesmo isso, a raiva e tristeza demora tempo a sair-me do sistema.

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  3. Entendo-te bem...

    Se há coisa que não compreendo é aquelas pessoas que passam por momentos semelhantes e depois de discutirem, conversarem e deixarem tudo em pratos limpos demoram uns minutos, uma hora se tanto, para curar a ferida. Impossível. Pelo menos para mim.
    Eu também levo mais tempo até conseguir "expulsar" do sistema, como diz a Fuschia, toda a revolta e a tristeza que a situação me trouxe, e ele, que já me conhece bem, sabe que tem de me dar espaço para tratar da "ressaca" à minha maneira.
    Depois, depois então seguimos em frente, a 200%, na esperança de a discussão tenha servido o seu propósito e que a mesma situação não volte a acontecer.

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Obrigada!