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20 janeiro 2010

Trinta-e-um

Estou a dias (a vinte-e-dois-dias, mais exactamente) de bater com os costados nos trinta-e-um-anos. Acontece porém que, algures nos vinte-e-seis, a minha mente parou de contar anos. Parou, simplesmente. Eu não tenho quase-trinta-e-um-anos, por muito que a minha mãe insista em mo dizer (anda a dizer-mo mais ou menos há um ano menos vinte e três dias). É daquelas coisas para as quais eu olho como naquelas experiências de quase-morte, de cima, como se estivesse fora do meu corpo, olha que giro, aquela ali em baixo, que sou eu, tem quase trinta-e-um-anos, tchii. Irrelevante. Esta merda de se ter uma idade e de, teoricamente, haver uma cartilha de comportamentos adequados à dita idade é um fardo do caraças. Para quem o quer carregar. Não é o meu caso. 

4 comentários:

  1. também nunca me imagino com 31 anos...eu acho que parei lá para os 25. E também não me imagino casada, na minha cabeça continuo solteira e com 25 anos;)))

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  2. Quando penso na minha idade (35) estranho sempre e penso "eu? nao, deve haver um engano". E quando por vezes me chamam senhora eu olho para trás para ver se encontro uma "senhora" atrás de mim:-)

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