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23 abril 2010

Dizia-me o meu patrão ontem que às vezes fica impressionado com a forma como eu ultrapasso as coisas más que me acontecem, aquelas coisas supostamente "grandes", e como me deixo abater com ninharias. Verdade. É nas ninharias que eu me permito resvalar. É nas ninharias, que eu sei que não têm importância nenhuma, que eu me dou espaço para ceder. Porque sei que aquilo não tem realmente importância nenhuma. E porque sei que passa depressa.

Em coisas aparatosas, daquelas de fazer quebrar, aguento-me. E não acumulo. Não vai haver um dia em que vou rebentar, porque não há nada para rebentar. As coisas acontecem, eu lido com elas, ultrapasso-as e não penso mais no assunto. Como é que consigo? Não sei. Sou assim, sempre fui. E às vezes gostava de não ser. Porque sinto que esta frieza, esta distância, este pragmatismo é um bocado grande demais para o que é suposto. But then again... quem é que quer saber do que é suposto??

6 comentários:

  1. eu sofro a saber que vai passar. Passa sempre... mas o meu lema é: se dói, deixa doer.
    beijo

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  2. Eu sou um bocado assim... sabes bem...

    Bisouxxx

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  3. E miseravelmente , o 25 de Abril este ano calha no fim-de-semana... que pena:(
    Bom fim-de-semanaaaa!

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  4. Este comentário era obviamente para o ultimo post editado.. Estou mesmo all given :P

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  5. Gosto tanto dessa tua maneira de encarar as coisas.

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  6. Eu sou um bocado assim também. Tem dias.

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Obrigada!