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07 junho 2010

So they say...

Uma pessoa dorme até tarde (relativamente, vá) ao domingo de manhã. Depois faz o almoço, trabalha para a família enquanto os restantes elementos do núcleo dormem. Depois desencanta uma receita de bolo-para-celíacos, fá-la e percebe que aquilo correu bem. Despacham-se os três, atravessam o rio e vêem três horas voar sem darem conta, à conversa com um casal amigo e enquanto as três filhas brincam civilizadamente (e a mais velha tem menos de 5 anos). Petiscam (deliciam-se) e regressam a casa. Jantam nos pais dela. Recolhem ao ninho já às 23h e tal. Deitam-se para dormir. Duas da manhã e uma pessoa levanta-se com um nó no estômago (esta pessoa que vos escreve). Nada a fazer, é voltar para a cama e tentar dormir. Quatro e quarenta da manhã e a pessoa levanta-se novamente com um nó no estômago. Mesmo remédio (ou seja, nenhum) e toca a dormir novamente. Seis e meia da manhã e a pessoa levanta-se mais uma vez. Oito e quarenta e já não dá mais, é enfrentar o dia e fingir que não se passa nada. Tentar perceber se sim, aguentamos ir trabalhar, ou se não, nem por isso. Decidir que aguentamos (bem que eu estava na cama, caraças). Vir com cara de anteontem. Nada a fazer. Depois passa... or so they say...

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