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12 julho 2010

O nome

Andávamos no imbróglio do nome para o bebé. Eu não gosto dos nomes de que ele gosta, ele não gosta dos que eu gosto. Nunca pensei muito em nomes de rapaz porque nunca me imaginei mãe de um rapaz.

Até que, no sábado à noite, quatro e meia da manhã, eu regressada da despedida de solteira da irmã dele, deito-me na cama e eis que me aparece um nome que se me enrola na língua. Confortável, doce, um nome que podia bem ser o nome de um filho meu. Adormeci a pensar nisso.

Ontem de manhã, a caminho da praia, contei-lhe a experiência. Ele repetiu o nome duas ou três vezes, sorriu, disse que gostava e que sim, que aquele era o nome do nosso filho.

Tão simples quanto isto... porque as coisas mais significativas não têm que ter anos e anos de pensamento por trás...

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