Hoje
agosto 02, 2010Para o jantar:
Salada de melancia com feta e manjericão
Sopa de peixe
Mousse de morangos
E ela, a ex-namorada dele*. Minha amiga. Nossa amiga.
[Gosto de dizer isto assim como quem diz "hello, lá porque eles andaram a comer-se (e estiveram apaixonados e planearam uma vida juntos) durante 4 anos não quer dizer que não sejamos civilizados e que não possamos ser amigos. O passado é passado. E eu também tive outros namorados além do meu marido. E para mais gosto dela. Não quero saber se andou 4 anos com o meu marido ou não. Gosto dela, ponto".]

13 comentários
Wow, adimiro-te o sangue frio e o bom senso. Eu, por mais que gostasse da pessoa nunca na vida conseguiria oferecer jantar a alguém que já partilhou tanto com a pessoa com a qual eu estivesse. Sou demasiado cabeça-quente e possessiva.
ResponderEliminarWooo! A sério? Isso não dava pra mim. Nunca na vida!
ResponderEliminarChamo a isto sabedoria! ;)
ResponderEliminarDispensava a sopa mas de resto ia tudo. Nhami, nhami.
ResponderEliminarHum, muito bem! Mulher de coragem e, acima de tudo, bom-senso. Mas tal como diz a Merenwen, não conseguia. Talvez conviver de vez em quando, mas nada mais que isso. (E não por possessão, mas por más experiências anteriores :b)
ResponderEliminarDe facto quando as situações são bem resolvidas consegue-se continuar a vida sem inimizades. Eu não seria capaz de fazer o jantar para a ex do meu namorado, com quem ele também esteve 4 anos... Mas se tiver que estar com ela uns momentos não me incomoda.
ResponderEliminarAprecio bastante a tua capacidade de relativizar a situação, é de facto uma lição!
Ufa, pensava que era a única a pensar assim! :) Sei exactamente o que isso é. O mais caricato é quando o meu namorado começa a espicaçar a ex e eu a defendo com unhas e dentes. :)
ResponderEliminarVera, eu e a S. falamos mais vezes do que ela fala com ele. A minha vida profissional faz com que de vez em quando eu possa estar com ela (quando vou em trabalho ao Algarve, onde ela vive). Quando isso acontece almoçamos juntas e pomos a conversa em dia. No resto do tempo eu ligo-lhe, ela liga-me. Desabafa comigo sobre as relações dela, as angústias e tal. Ela era muito insegura e a forma como eu lido com ela ajudou-a a ultrapassar parte dessa insegurança (é o que ela diz e, pelo que vejo, confirma-se).
ResponderEliminarPortanto, é uma relação boa para toda a gente.
Salada de melancia com feta é assim um manjar dos deuses!
ResponderEliminarQUanto à ex do teu marido, acho muito bem!
Bem, se a ex-namorada do João me aparece à frente eu não sei do que sou capaz. Gostava de ser como tu, mas é mais forte do que eu. Ehehehehehehe!
ResponderEliminarBeijos
Ah, e eu (agora!) não sou ciumenta. Mas não gosto da rapariga. Tratou muito mal o meu maridão :) Só isso!
ResponderEliminarFilipa, pois, mas lá está: ela é óptima pessoa, nunca fez nada de mal. E não a posso culpar por ter um gosto semelhante ao meu, não é?
ResponderEliminarAgora se ela fosse um traste, se não se comportasse como deve ser, obviamente nem sequer entrava na minha casa.
Eu acho que fazes muito bem. Isso sim, é uma relação saudável! :)
ResponderEliminarBeijos
Obrigada!