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27 setembro 2010

Em estudo

Andamos (anda ele, na verdade, porque eu não quero saber como ele o faz, só quero saber do resultado final) a ver como é que vamos dizer às 700 tias dele que, quando o André nascer, as únicas visitas permitidas na maternidade são dos nossos pais e irmãos. As tias dele são o tipo de pessoas que fazem corridas entre elas para ver quem chega primeiro ao pé dos recém-nascidos. E eu lamento mas não estou para isso.


14 comentários:

  1. Pensoo exactamente da mesma maneira. Quando o mue menino nascer, não quero uma romaria à maternidadee. Quero paz e descanso para disfrutar do meu bebé!

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  2. Já para nao falar que muitas vezes as pessoas nao se dao. Dou o exemplo de cunhadas que não gostam uma da outra mas que por hipocrisia vão ver o "rebento".Acho que fazes muito bem em colocar os teus limites/horários/gostos

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  3. Nem na maternidade nem nos primeiros tempos em casa.
    As pessoas tem que compreender que nao ha visitas, mae e bebe precisam de descansar, depois ha tempo para visitas mas com horarios.

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  4. acho muito bem :) :) afinal de contas as tias são DELE ... eheheh

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  5. Este comentário foi removido pelo autor.

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  6. hum...se eu n tvesse sido autorizada a ver a minha irmã e o meu sobrinho quando ele nasceu, acho que os esganava!!!

    tal como os papás, há pessoas que também estão ansiosas para conhecer o rebento ;)

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  7. Mas não é melhor na maternidade, em que as visitas são limitadas (em número e consequentemente em tempo) do que depois fazerem aquelas visitas intermináveis em casa, em que não há mesmo maneira de as expulsar ?

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  8. E fazes tu muito bem!
    E por mim, nem nos 1ºs tempos me tinham aparecido em casa...
    No hospital até foi fácil de as fazer perceber, porque só entrava 1 pessoa de cada vez
    Bastou dizer que para elas lá irem o pai não podia entrar
    Essas tias cansam!

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  9. É simples, basta não contarem a ninguém que a criança nasceu :) (ou pelo menos não contar às ditas nem a ninguém que lhes vá dizer).
    Eu deixei ordens à minha mãe para ela não mandar avisinhos a ninguém quando a Oriana nasceu, porque quando foi do Gabriel ela toda contente mandou SMS aos amigos todos e apareceu-nos lá de surpresa daquelas visitas que temos de andar a fazer sala.
    E ainda deixamos ordem no hospital que não dessem a indicação do nosso quarto a ninguém. Todas as visitas passavam primeiro pelo telemóvel do Tiago :)
    Correu super super bem!

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  10. Limites pedem-se.

    É um momento especial e que deveria ser reservado aos pais, como tal não é possível, estender-se no máximo aos avós e tios directos (do rebento, diga-se).

    Além disso, não imagino ninguém que não o meu marido e os meus pais a verem-me com aquela cara terrível que todas as mulheres pós-parto têm. Repito: TODAS.

    E esta minha opinião estende-se não só durante o período hospitalar mas também nos dias seguintes. A família precisa de descanso e, sobretudo, de se tornar uma nova família.

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  11. Verita, lá está: és irmã da mãe e tia do bebé. Quando eu refiro pais e irmãos são os nossos pais e irmãos.

    E não, não prefiro ter toda a gente de visita à maternidade. Porque a seguir vou para casa da minha mãe e, acho, a coisa continuará controlada...

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  12. Olá concordo plenamente
    É um momento intimo e muito pessoal que deve ser vivido apenas pelos mais proximos além de que muita confusão não é bom para os bebes.
    Beijokas

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  13. Eu sei bem o que passei...uma invasão autêntica! Eu cansada, a precisar de dormir quando a pequena dormia e a casa sempre cheia durante dias...never again! bj

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  14. Olá!
    Sei tão bem o que isso é! Quando nasceu a minha mais nova, deu-se um "esquecimento", e só avisei determinadas pessoas dois ou três dias depois de estar em casa, de volta com a pimpolha, hahaha...

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Obrigada!