Hoje de manhã, quando cheguei ao parque de estacionamento (e estacionei num dos nossos lugares), lá andava ele, o segurança parvo, na caça às bruxas... E já tinha andado a bater a TODAS as portas para ver de quem era o carro que estava mal estacionado (mais uma vez, sem estorvar ninguém).

O meu mar é o das palavras.
Escrevo porque não sei viver de outra forma. Escrevo porque tenho dentro de mim inúmeras histórias que precisam de ser contadas.
Inspiro-me em tudo o que me rodeia, nas pessoas com quem me cruzo, nos livros que leio, nos momentos que acontecem fora da literatura. Depois transformo tudo isto em realidades minhas, que passam a ser do mundo assim que as converto em palavras.
Talvez fosse feliz a fazer outra coisa qualquer. Mas escrever é a única coisa que me imagino a fazer para sempre.
3 comentários
Acho que e a unica animacao que o homem tem.
ResponderEliminarÉ um desocupado!
ResponderEliminar;p
Pronto, o senhor não tem mais nada para fazer, dá nisso. *
ResponderEliminarObrigada!