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30 novembro 2010

Wolf Hall vs Livro

Li umas 8 páginas do "Wolf Hall" há coisa de uma semana, quando o "A Queda dos Gigantes" já era difícil de ler deitada na cama, por causa do peso. Ontem, quando lhe peguei novamente, não me recordava de nada. Nenhuma das personagens nem das situações me apareceram imediatamente à frente. Desisti. Pode ser temporário, mas por agora está de volta à estante.

Andei por lá a olhar aquilo de alto a baixo. Tenho muitos (demasiados!) livros por ler e é sempre difícil escolher o próximo. Peguei em dois ou três e esperei que um deles chamasse por mim. O "Livro" chamou. Li cinquenta e tal páginas antes de adormecer. A história entranhou-se-me debaixo da pele. Nada que me surpreenda, porém. A escrita do José Luís Peixoto tem este poder sobre mim há muitos, muitos anos.

(Ana, havemos de falar...)


5 comentários:

  1. Eu estou algures a meio. Mortinha para saber o que acontece ao Ilídio, ao Josué, à velha Lubélia e à Adelaide. É incrível como é que uma história tão simples consegue agarrar desta forma!

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  2. Vera, eu estou no início, como sabes. Mas sabes o que mais me encanta naquilo? Conseguir sentir, cheirar, ver... o meu Alentejo!

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  3. Ops, acho que já contei de mais então!

    Sim, ele tem o poder de nos transportar para outros tempos e lugares, sem dúvida. :)

    Boa leitura. Eu estou quase, quase a acabar, por isso não vou dizer mais nada senão volto aos spoilers!

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  4. Ná, Vera. Já tinha chegado às personagens!

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Obrigada!