Jantar com pais, sogros e cunhados. 12 pessoas à mesa. Nisto batem as 23h e como eu não sou sádica, resolvi que sim, que a miúda podia começar a rasgar embrulhos, apesar dos olhares críticos para mim e para o relógio, alternadamente.
Cá em casa, quem traz os presentes é o Menino Jesus. Ela escreveu-lhe uma carta que pôs na nossa caixa do correio. À medida que os presentes foram aparecendo cá em casa, nos dias anteriores, fui explicando que o Menino Jesus os tinha deixado lá em baixo, ao pé do correio, e que depois, no dia de Natal, ele telefonava a dizer quais eram os dela. Portanto, quando o telefone tocou, mandei-a atender - fui eu que liguei, do telemóvel para casa. Falei com ela baixinho, a disfarçar a voz. E ela só dizia "ó Menino Jesus, não te estou a ouvir bem, fala mais alto!". A chamada caiu mas não fez mal: ela começou a arregalar os olhos e abriu os presentes dela e os do irmão. Encantou-se numa boneca cabeleireira, num jogo da Kitty e numa guitarra. E tem brincado com tudo por estes dias.
Nós abrimos os presentes a seguir e assim que esse assunto ficou arrumado foi-se toda a gente embora, ficaram só os meus pais. Acabou cedo, este Natal - os meus Natais na terra costumam bater nas três da manhã, pelo menos.
No dia seguinte ficámos por cá, a almoçar e a jantar com os meus pais. Dia calminho, de muito mimo e brincadeira. Podiam ser assim todos os Natais!
muito fofo =)
ResponderEliminarMArIA
Foi muito bom :)
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