Depois fui viver sozinha e passámos a dar-nos muito melhor. Passei a vê-la não como a chata que eu tinha que aturar, mas como a mãe que me apoiava, que me aconselhava, que me servia de rede quando eu andava a brincar aos trapezistas.
Hoje não vivo sem a minha mãe. Temos uma relação cúmplice, completa, de carinho, de entendimento. Gosto muito da companhia dela, gosto de ouvir o que ela tem a dizer, mesmo que nem sempre concorde. Nestes dias ela tem sido a minha companhia. Ela e a minha filha. Vamos as três para todo o lado. Quando o senhor marido não pode estar em casa lá rumo eu ao ninho da minha mãe. É onde tenho estado hoje. Debaixo desta asa que tão bem me conhece, que quer tanto bem aos netos, que faz o que pode e o que não pode por nós.
Obrigada, Mãe.
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ResponderEliminarPor essa fase de rebeldia-nós-contra-o-mundo-sort-of-thing passámos todas...
ResponderEliminarSão coisas de adolescentes!
Que lindo.
ResponderEliminarQuem me dera um dia passear alegremente com a minha mãe e com a minha filha. Quem me dera.
Beijinhos e boa sorte para ti!
A minha mãe tb é muitas vezes o meu porto de abrigo:)bj!
ResponderEliminar=) *
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