Há pessoas que vivem para sempre.
O meu avô. A pessoa que marcou a minha infância. A pessoa que me ensinou mil coisas que ainda hoje lembro (a encher cartuchos, que ele depois levava para caçar, por exemplo). A pessoa cuja morte mais senti. A pessoa de quem tenho mais saudades.
O que é realmente bonito é que este avô criou três netos. Tem seis, mas só conviveu diariamente com três. Os outros três não sabem nem querem saber - e nem sonham aquilo que perderam...
Os três netos que o meu avô viu crescer todos os dias, até morrer, sentem a sua ausência da mesma forma. Choramos os três com saudades dele. Rimo-nos quando recordamos histórias da nossa infância, mas acabamos sempre em lágrimas. O meu avô Eusébio é eterno dentro de nós.
E agora também é eterno no braço da minha prima mais nova. Provavelmente a tatuagem mais bonita que já vi (e está igual, igual à fotografia, igual ao que ele era...). Um dia, quem sabe, desenharei exactamente a mesma fotografia do meu avô algures na minha pele.
Tantas saudades, avô, tantas...

O meu avô. A pessoa que marcou a minha infância. A pessoa que me ensinou mil coisas que ainda hoje lembro (a encher cartuchos, que ele depois levava para caçar, por exemplo). A pessoa cuja morte mais senti. A pessoa de quem tenho mais saudades.
O que é realmente bonito é que este avô criou três netos. Tem seis, mas só conviveu diariamente com três. Os outros três não sabem nem querem saber - e nem sonham aquilo que perderam...
Os três netos que o meu avô viu crescer todos os dias, até morrer, sentem a sua ausência da mesma forma. Choramos os três com saudades dele. Rimo-nos quando recordamos histórias da nossa infância, mas acabamos sempre em lágrimas. O meu avô Eusébio é eterno dentro de nós.
E agora também é eterno no braço da minha prima mais nova. Provavelmente a tatuagem mais bonita que já vi (e está igual, igual à fotografia, igual ao que ele era...). Um dia, quem sabe, desenharei exactamente a mesma fotografia do meu avô algures na minha pele.
Tantas saudades, avô, tantas...


eu AMO o meu avô. Foi o único avô que conheci. O meu avô paterno faleceu eu ainda não tinha um mês. Mas tenho a certeza que também era muito boa pessoa e teria sido excelente comigo, pelo menos pelo que me contam dele. Mas o único avô que realmente conheci dá-me amor pelos dois, e nunca senti falta de outro avô, pois este contou-me histórias, deu-me lições, conta piadas, diz coisas engraçadas, ajuda-me. Ama-me. Este teu post, não pelos bons motivos, tocou-me muito. Eu não sei o que é perder o meu avô. E também não queria saber. Mas... A vida não está fácil. Não é fácil.
ResponderEliminarDevia de ser um bom homem e um óptimo avô. :)
ResponderEliminarO meu já foi há 7 anos e sinto tantas vezes a saudade dele. Bela homenagem, a da tua prima, mas muito corajosa, não sei se conseguiria fazer o mesmo.
ResponderEliminarComo te compreendo. O meu avô foi a pessoa que mais amei até hoje. Infelizmente morreu há quase cinco anos. Mas está sempre presente nos meus pensamentos. Adorei a tatuagem da tua prima, linda!
ResponderEliminarÉ tão bom podermos ter (ou ter tido) um avô assim. Eu tenho a sorte e o privilégio de ainda o ter comigo, e é a pessoa mais querida e fantástica. Fui a primeira neta e o seu sol e, desde muito pequena, que temos uma relação muito especial. Hoje em dia levo-lhe o meu filho para estar com ele - e com a minha querida avó - mas, sinto, que eu sou e serei sempre a menina dele. A neta que depois de um fim de semana se pendurava no pescoço dele e não queria ir embora. É tão bom poder viver relações destas e ficará para sempre no meu coração, meu querido avô Zé que me liga todos os dias a saber como está tudo, para dar um beijinho e ouvir a minha voz...
ResponderEliminarO teu avô deve ter sido uma pessoa muito especial. E a tatuagem da tua prima está fantástica!
ResponderEliminarEsta tao gira....
ResponderEliminarEu sinto o mesmo pela a minha avo!
E tao bom termos pessoas assim na nossa vida!
Amo-a mais que tudo...