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14 dezembro 2011

Expliquem-me

... como se eu tivesse 3 anos.
Expliquem-me o que é que passa na cabeça de um homem para resolver dar workshops sobre "como conquistar o homem dos vossos sonhos". A sério. Mas expliquem devagarinho que é para eu entender mesmo...

22 comentários:

  1. Estava mesmo a escrever sobre isso. Na dúvida entre ser mais "leal" e dar a minha opinião no local certo ou parodiar tal coisa tão jeitosa. Escolhi a última. Porque só é digno disso mesmo. Até me proporcionou belos momentos porque me lembrei da Rute Remédios do Herman José e estive a ver um bocadinho no youtube.

    Sabes, eu acho que isto já é caso de internamento. O programa do workshop, a generalização e, sobretudo, o aproveitamento de pessoas que, imagino eu, para se inscreverem nessas coisas devem estar com alguma lacuna emocional. E tudo a rondar os 40 euros para aluguer da sala, ou seja, pura solidariedade de quem vai falar do alto do seu conhecimento sobre um assunto tão pertinente. Revolta-me que se excedam todos os limites. Haja ética no negócio. Ainda se fosse alguma arte, algum saber. Agora um monte de larachas que estamos fartos de ler no blogue, que o homem deve pagar o jantar no primeiro encontro, que não sei o quê.

    Como diz a minha mãe: dai-me paciência e um paninho para a embrulhar.

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  2. Olá,

    Já se faz tudo para ganhar dinheiro...

    Bj

    Mónica - A Dona de Casa Perfeita
    www.organizaracasa.com

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  3. Eu acho q isto é tudo brincadeira. O dito cujo, num destes dias, ainda vai fazer um post a dizer "Foram apanhados, acreditavam mesmo que eu iria fazer um workshop tão rídiculo?"
    É que é de facto tão absurdo que só pode ser brincadeira. É mau demais para ser verdade.

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  4. Apesar de não gostar do blog nem do blogger, tinha adorado a ideia dos posts casamenteiros, porque acho fantástico que as pessoas se cheguem à frente e digam o que procuram. Muito fixe, mesmo, e quase mudei de ideias. Mas ao ver o tal workshop, perdi toda a inocência de achar que aquilo era uma ação desinteressada.

    (Aliás, o tal curso é oferecido mesmo ao lado de outro intitulado "como rentabilizar o seu blog"...)

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  5. Marianne, cada um é livre de fazer o que quer para ganhar dinheiro, seja a escrever um livro ou a dar workshops.
    Se o rapaz tem fama e as pessoas vão atrás do que ele diz e faz (e ele já se apercebeu disso pela afluência que tem no blog)...qual o mal?
    Só vai aos workshops quem quer...(e acredito que haja gente para isso, senão ele não arriscaria).

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  6. Kyla, desculpa entrar em conversação directa quando nem foi a mim que te dirigiste mas tinha que responder :)

    Eu acho bem que as pessoas façam render os seus talentos. Como dizes, escrever um livro, ensinar a costurar, ensinar aquilo que são as tendências da moda - e depois aí vai com o gosto de cada pessoa, aceitar ou não a moda -, ensinar a tirar partido da sua escrita ensinando técnicas e espevitando-a com exercícios, etc, etc.

    Agora, parece-me que encontrar o homem de sonho/tornar-se uma mulher mais interessante é a mesma coisa que ir ao Professor Mamadu ou ao Professor Karamba. Sim, é legítimo abrir-se um consultório destas coisas, há tantos aí. Mas será ético? Alguém com a cabeça no lugar não perceberá que ser interessante/conquistar alguém é uma coisa tão relativa, mas tão relativa que não se ensina, acontece. Quem sou eu para achar que sei aquilo que as mulheres querem? Tu és diferente de mim, a nossa vida é diferente, o nosso meio é diferente, o que "resulta" para ti pode não resultar para mim.

    Será legítimo, da mesma forma que há por aí tanto Professor nas páginas de anúncios dos jornais, criar um workshop com lugares comuns, sim, mas será também legítimo cada um de nós poder criticar uma coisa que não tem fundamento nenhum e assim acharmos. Especialmente quando sabemos que é para ganhar dinheiro. É a mesma coisa como aqueles que andam a vender colchões à conta dos telefonemas a oferecer prémios. Há quem caia, as pessoas assinam e não lêem o que assinam porque não querem. Mas quem é que está mal na história toda?

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  7. Eu nem acreditei quando li, disse para mim mesma "desculpa?".
    Estou com a Melissinha, achei que os posts casamenteiros, podendo ser pirosos e sei lá mais o quê, têm a vantagem de poder sair dali relações a sério, e fazer as pessoas felizes não tem mal nenhum.
    Mas workshops??

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  8. Eu acho que ele se acha o homem dos sonhos de qualquer mulher, uma espécie de chave-mestra, e vai ensinar o que funciona para ele - é o que cada uma de nós poderia fazer, portanto.

    Vi poucas egotrips tão grandes na blogosfera, e já vi algumas.

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  9. Ana, tal como disse, estas ofertas existem, por mais absurdas que sejam. E o pior é que há pessoas para aceitarem esse tipo de coisas.

    Os indivíduos que irão participar nesses workshops, pergunto, irão enganados? São pessoas adultas e capazes de decidir o que querem fazer.
    Como dizes, já existem os professores isto e aquilo e o mais engraçado é que só subsistem, porque existe quem lá vá (mais do que pensamos).

    Eu por exemplo, não aceitaria expôr-me na rubrica de encontros que ele está a desenvolver. Mas o que é certo é que tem tido grande adesão.

    O que quis dizer no meu comentário anterior é que só vai quem quer.
    Mas sim, somos livres de criticar.

    E nunca esqueçamos que..quem tudo quer, tudo perde!

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  10. ao que parece é tudo uma questão de fórmulas, qual espontaneidade qual quê? o amor abandonou a química para se tornar numa equação matemática.

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  11. Façam como eu não leiam o dito blog.

    Haverá arma mais poderosa para essa alminha que a indeferença? No lo creo.

    Mas temos de combinar uma coisa, para não se perder o fio à meada, um de nós continua a ler o senhor e a comunicar os posts.

    É nesta altura que sinto falta da pipi...

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  12. É isso Kayla, existem pessoas que alinham mas a minha visão de ética nestas coisas fala mais alto. E se critico esses professores também critico esta pessoa que, informada, culta, com responsabilidades na vida e até uma pessoa ao seu cargo, faz negócio à conta destas coisas. Nós não pensamos que aquilo que estamos a fazer aos outros podem os outros fazer aos nossos e não iríamos gostar. Na hipótese do senhor acreditar mesmo que sabe alguma coisa em matéria de TODAS as relações, aí deveria alguém colocar mão nisto. Como não há, segue-se em frente.

    Um belo debate será o limite ético dos negócios. Porque é claro que qualquer política comercial de sucesso aproveita a sensibilidade das pessoas e permeabilidade em certos pontos, mas não haverá limites? Isto parece-me além do limite, assim como os gabinetes desses professores.

    Alma-em-4-corpos, é isso, logo à partida é acto falhado. Um monte de clichés. As perguntas que faz: ando a vestir as roupas erradas, ando a ler os livros errados, a ver os filmes errados... Onde pára a diversidade de personalidades e gostos? Quem define o padrão da mulher interessante? Ele e os amigos?!

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  13. Eu tive de me agarrar à barriga de tanto rir!

    Só dá para isso, nem para indignações vale

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  14. Epá... tenho andado com a mesma dúvida...

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  15. epah tiraram-me um peso de cima porque achei que era eu que estava a ser esquisita a achar que aquilo não fazia qualquer sentido e era até absurdo.

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  16. De tantos comentários ver, acabei cheia de curiosidade e decidi investigar de quem se tratava. A primeira pessoa que me veio à cabeça foi o dito cujo e não me enganei pelo que... acho que está tudo dito quando a tua imagem já está relacionada com uma ideia parva (eu acho parva e nem quero imaginar como seráo as mulheres que aparecerem por lá, para ouvir o Sr. Doutor), nada a acrescentar, não?

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  17. Então e digam-me la, de quem se trata?
    eh pah ando mesmo a leste do mundo blogueiro nos ultimos dias. Não se acanhem e diagam lá quem é, nao me deixem na ignoranciaaaaa. pleasee.. lol

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  18. ahhhhh... tao trsite.
    Fui fazer uma pesquisa assim naquela, porque falaram em livros e agendas e coiso e veio-me uma pessoa a cabeça, e depois veio-me o marido dessa pessoa e lá esta. acertei...... Nao sigo o blog porque nao gosto, sei apenas que é o marido da outra. Que cena parva essa do workshop.

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Obrigada!