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29 outubro 2012

"O Teu Rosto Será o Último"



Um livro que é muito mais sobre o que nos faz sentir quando o lemos do que sobre a história que conta. Há qualquer coisa de José Luís Peixoto neste livro (aliás, acho que nos prémios mais recentes há sempre alguma coisa de José Luís Peixoto - e isso é um elogio, mais do que uma crítica), por isso percebo a razão do Prémio Leya. Vale a pena, mexe connosco. E é exactamente por isso que vale a pena, pela forma como nos arranha por dentro. (Para dizer mais teria que contar pelo menos parte da história do livro. E acho que não se deve saber nada acerca dele, além do que está na contracapa, antes de se começar a ler.)

2 comentários:

  1. Olha, eu nem ia com grandes expectativas mas quando o terminei fiquei assim com um ponto de interrogação em que não sabia dizer se tinha gostado ou não... mas como o que eu não gosto mesmo é de indecisões, zanguei-me com o livro, pronto. Não goto que me deixem baralhada. E não estou disposta a lê-lo outra vez para me desbaralhar.

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