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18 dezembro 2012

Do bem que se escreve por cá

Talvez já se tenham apercebido: os meus escritores preferidos são portugueses. Saramago, João Tordo, José Luís Peixoto. Depois há o Nuno Amado, cavalo em quem aposto sem reservas. Descobri ontem o Nuno Camarneiro. Sim, já tinha ouvido falar dele. Mas ontem, depois de o saber vencedor do Prémio Leya 2012, fui investigar e encontrei-lhe o blog. E perdi-me. E é isto: em Portugal escreve-se magistralmente.


 


(Também se escreve muita porcaria, a Margarida Rebelo Pinto continua a escrever e isso baixa muito o nível geral do que se escreve por cá, mas enfim... adiante!)


 


 


[E ando a ler aquele disparate em 1500 páginas que atende por "Sombras de Grey". Estou a ler o segundo livro. Uma idiotice pegada. Há quem se prenda ao livro pela história de amor (previsível, básica); há quem se prenda pelo sexo (irreal, nada de impressionante, descrições fraquinhas e pouco consistentes); eu prendi-me pela psicologia: quero saber como é que o Grey se transformou naquilo que é.]


 

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