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12 março 2013

Madrinha a dobrar

Em 2007 fui madrinha de casamento do meu melhor amigo. Além de ser a melhor amiga dele, fui eu que os apresentei, portanto responsabilidade acrescida. A coisa correu um bocadinho mal (não o wedding, mas sim o marriage - ou seja, não o dia do casamento em sim, mas os tempos que se seguiram). Em 2009 fui "madrinha de divórcio" dele. Se estou lá para os bons momentos, também estou para os maus e, se tivesse havido cerimónia de divórcio, lá teria eu ido assinar por baixo.


Agora, com a vida refeita ao lado de uma mulher linda (e querida e inteligente e meiga e, mais importante ainda, que gosta realmente dele pelo que ele é), com uma filha linda a embelezar ainda mais o quadro, eis que há casamento à vista.


E ontem, numa visita deles cá a casa, novo convite. Ele, o meu amigo-irmão, quer-me novamente ao lado dele, no tal dia especial. E eu disse a única coisa que podia ter dito: que sim. Claro que sim. Hei-de estar ao lado dele sempre que ele precisar de mim. Nos dias felizes e nos outros (que, desde que estas duas miúdas apareceram na vida dele, têm sido bem menos). Como fazem os melhores-amigos-para-a-vida. Como fazem os irmãos. E os padrinhos que ele vai ter (outra vez) ao lado dele são isso: os seus irmãos (o verdadeiro e eu).


 


[Já aqui disse e repito: é maravilhoso fazer parte desta família de amigos. É maravilhoso ter este afilhadrinho, que é afilhado e padrinho de casamento, e que é também padrinho da minha filha.]

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