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05 abril 2013

Da pesquisa que serve a escrita

Gosto de escrever aproximando, tanto quanto possível, a ficção da realidade. Isso implica pesquisa. Muita pesquisa. Está tudo na Internet - mais ou menos. Para garantir que os dados estão correctos é preciso fazer uma pesquisa aprofundada. Não basta transformar a Wikipedia na homepage e passar lá a vida.


 


Foi por isso que hoje dei por mim a pedir ajuda a um médico com uma questãozinha técnica que me estava a incomodar. Gosto que os nomes que chamo às coisas sejam os correctos. Em assuntos que não domino - medicina, por exemplo -, sinto ainda mais responsabilidade. Acima de tudo, quero que as histórias sejam credíveis. Não quero meter os pés pelas mãos nem alvitrar disparates.


 


É por isso que, enquanto escrevo (ficção, bem entendido) tenho sempre apoios de que não abdico: um bom dicionário por exemplo. E o Google, que me leva por caminhos mais ou menos tortuosos até chegar onde quero.


 


Por isso, senhores da PêJota, escusam de perder tempo comigo. Estas pesquisas que ando a fazer servem apenas um propósito: que a ficção soe a realidade. É só um texto, não vou matar ninguém, 'tá?

3 comentários:

  1. Miúda,
    a minha mãe que me rasgava folhas dos cadernos e me obrigava a passar tudo a limpo... zanga-se quando eu chamo a atenção do G. pela sua péssima letra.

    Zanga-se comigo obviamente.

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  2. Ahahah, imagino essas pesquisas... a despertar a atenção da PJ :P

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  3. Pois... Pesquisar coisas como "morte por exsanguinação" é capaz de levantar suspeitas. Mas era mesmo só um texto... ;)

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Obrigada!