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22 setembro 2013

Agendas

Já tive mil agendas diferentes. Desde as normais até às sofisticadas, feitas no sistema GTD. Continuo a achar que este é o melhor sistema: permite tratar de tudo sem esse veneno que é a procrastinação (sou doutorada em procrastinação, sabiam?). Há dois anos, ainda a trabalhar a tempo inteiro fora de casa, andava para todo o lado com o meu dossier-agenda. Quando vim para casa achei que não fazia sentido e fui perdendo o hábito de actualizar aquela agenda (pelo caminho, começou a reinar a desorganização e o andar ao sabor da corrente... e claro que a coisa não deu bom resultado). No ano passado nem sequer usei agenda. Mas não dá.





Recuperei um dos 5000 cadernos que andam cá por casa (sou viciada em cadernos e afins). Coisa simples: um caderno A6, onde cada página é um dia. Não complico: a ideia é apontar as tarefas principais e que tenho mesmo que fazer (não inclui coisas como "fazer o almoço", mas pode incluir coisas como "ir à farmácia", se tiver mesmo que ser). Tem funcionado. Ando em dia com a coisa, não empato, não protelo. Só não faço alguma tarefa-do-dia se não tiver mesmo tempo ou se me aparecer algum imprevisto que me altera o dia todo. De resto, é chegar à noite com um risco por cima de cada uma das 4 ou 5 tarefas programadas. Funciona!

1 comentário:

  1. É bastante prática esta tua ideia. Mas eu gosto de ver a semana toda, para ter uma ideia geral de como vai ser. O ano passado encontrei uma filofax baratinha, e agora a única coisa que compro são as recargas. De resto fiz separadores e cortei folhas mais pequenas, para os meus rabiscos e notas.
    Funciona, mas a coisa chata é que é pesadota...

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Obrigada!