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15 novembro 2013

A Fada dos Dentes

Ontem à tarde, quando fui buscar a miúda, a primeira coisa em que reparei foi na ausência do dente que andava a abanar há umas semanas. Disse-me que lhe caiu quando estava a beber água e que o perdeu (tão dela, isto!!). Estava toda preocupada porque assim a Fada dos Dentes não vinha e não lhe dava moeda. Disse-lhe que não se preocupasse, que de certeza que a Fada aparecia.


 


À noite, a Fada veio. Sentou-se aqui na cadeira onde estou agora, pegou num papel e numa caneta e escreveu-lhe um postal. Depois foi pô-lo, juntamente com uma moeda de dois euros, debaixo da almofada da miúda.


 


Hoje de manhã, quando ela acordou, foi ter comigo à cama. Estávamos nos miminhos quando ela se levantou de repente e me disse que já vinha. Foi ao quarto dela e, no regresso, trazia o postal da Fada e a moeda. Toda contente, claro...



[Isto teria sido mais fácil se a impressora tivesse colaborado... e se eu não tivesse que ter andado a disfarçar a minha letra! Mas não faz mal! Valeu pela felicidade dela!!]

 

3 comentários:

  1. O Pai Natal também me deixava um postal na chaminé, todos os anos... até que eu comecei a achar a letra dele, no primeiro ano em que reparei, muito parecida com a da minha mãe, e no segundo, demasiado parecida para ser coincidência... e pronto, a minha irmã veio e disse que era verdade, era a mãe, e o pai Natal não existia.
    Ainda hoje me lembro do desgosto e do choque. Não tanto pelo fim do mito do velhinho mas por a minha mãe-todo-poderosa ser capaz de me mentir!
    (soubesse eu p'ó que estava guardada...)

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  2. É tão bonito ver o que nós pais fazemos pelos nossos filhos.

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Obrigada!