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08 novembro 2013

O que aí vem

Amanhã, um baptizado. E eu aqui em ânsias, cheia de medo das minhas fraquezas e de cair em tentação e de me desgraçar. Falo de comida, obviamente. Ando há quase uma semana muito, muito atinadinha (mesmo: sem doces, sem trigo, sem disparates) e não quero deitar tudo a perder no baptizado. Eu sei, eu sei: um dia não são dias. Mas tenho mesmo que encarar isto como se fosse uma toxicodependente em frente a duas linhas de cocaína: tocar num pozinho sequer é percorrer o caminho da desgraça novamente. Não quero. Custou-me muito mentalizar-me do que tenho a fazer, custa-me muito recusar tudo o que amo comer (doces, doces e mais doces), custa-me muito dizer não. Mas tem que ser. Principalmente agora, que começo a ver efeitos. Não quero mesmo pôr a patinha em ramo verde. Vai ser precisa muita força...


 


[Depois conto como correu...]

1 comentário:

  1. Eu vou correr o risco de tu achares que estou a ser advogada do diabo, mas acho que, em dias de festa, nos deve ser permitido uma ou outra excepção, com conta, peso e medida, claro. Porque fazer reeducação alimentar é isto mesmo, é saber balancear. Não vamos passar o resto da vida sem fazer asneiras, por isso não há problema de os incluir na dieta. Desde que no dia seguinte consigamos compensar essas asneiras.

    Beijinho

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