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03 dezembro 2013

Do cansaço

Quando eu chego ao ponto do "não aguento mais" é grave. Eu queixo-me do cansaço, mas é raro bater na exaustão total, aquela exaustão que nos faz não confiar no nosso discernimento para coisas básicas (no meu caso, se hoje me pedissem para verificar textos, dizia que não conseguia). Esta noite cheguei lá. Às quatro da manhã bati na trave. Não aguentei mais. Quer dizer, aguentava, se tivesse mesmo que ser, mas estava a funcionar aí a 30% - ou seja, o meu cérebro estava a desempenhar funções de sobrevivência e pouco mais. Quando é assim, paro. Não faço mais nada, sob pena de fazer asneira e de depois, já com a cabeça fresca, ter que fazer tudo de novo.


Dormi quatro horas. Mal, cheia de frio, sempre a acordar com medo de me deixar dormir de manhã. Logo à tarde, depois de entregar o bolo de hoje e de fazer o que me compete, regresso a casa, preparo um jantar simples para eles e enfio-me na cama. Preciso de fazer reboot, de recuperar, de acalmar a cabeça. Porque na quinta-feira começam os preparativos para a festinha da minha miúda e vão ser mais dois dias de muitas horas de pé, muito esforço físico (sim, parte da minha exaustão está concentrada nos braços, que me doem mais do que quando fiz o primeiro treino com pesos: amassar e esticar pasta de açúcar não é fácil. E se for para fazer um "lençol" que cubra um bolo que tem 40x30cm (mais a altura), a coisa ainda piora. E, ao contrário do que acontece nos treinos, aqui não há alongamentos (mas devia haver!).


Fica a antevisão do que aí vem (e que vou agora terminar, porque se me encosto adormeço...)


 



Nota: aceitam-se apostas - quantos cafés bebo hoje?

 

1 comentário:

Obrigada!