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02 abril 2014

"Messias"

Já me ouviram falar disto: "Messias", Boris Starling, o meu policial preferido. Ou era, não sei. Estúpida, decidi relê-lo. Tinha saudades da história e do que senti ao lê-la. Demorei quase um mês para ler o livro (não se justifica, caraças!). E cheguei ao fim com um amargo de boca. Não me soube ao mesmo. Claro que já sabia que não ia ser a mesma coisa: eu já conhecia a história, embora me tivesse esquecido de alguns detalhes importantes. Já sabia como acabava, o que tirou aí metade da graça à coisa. Mas, mesmo assim, reli aquilo. E aprendi uma lição para a vida.

Nunca reler um policial preferido. Nunca.

(O meu outro livro preferido, "Ensaio Sobre a Cegueira", está a salvo desta lição. Só o li uma vez, hei-de reler, mas não para já. Não enquanto me lembrar deste sabor agridoce da releitura de um livro de que gosto tanto...)

2 comentários:

  1. Só reli um livro na minha vinda "Amor em tempos de cólera" do meu querido GGM. Como costumo dizer, adorava conseguir esquecer todos os livros que marcam, para ter o prazer de o ler novamente. Não soube à mesma coisa, mas o meu encanto pelo autor é tão grande, que não me arrependi.

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  2. Também sou uma leitora ávida de policiais e muitas vezes acho que vou à "nossa" biblioteca buscar livros que foram devolvidos por si. Não conhecia o Messias e, não sei se foi pelo elogio, mas não me entusiasmou muito. Já leu o Mons Kallentoft ou a Gillian Flynn?

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Obrigada!