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11 novembro 2014

De molho

Portanto, filho doente desde quarta-feira passada. A febre desapareceu na sexta. No sábado estava melhor. Domingo piorou. Ao fim da tarde, depois de muito tossir, levei-o ao hospital. Fez aerossóis lá e veio com a sentença lida: mais aerossóis, de oito em oito horas, até a crise passar. Foi a terceira crise respiratória este ano. Ouvi as palavras «asma» e «alergologista» enquanto ele foi sendo observado. A ver.

Ontem esteve muito caído. Passou o dia entre sestas e o sofá, sem se mexer muito, ainda com muita tosse, mas já a arrebitar um bocadinho. A irmã foi dormir a casa dos meus pais, para eu não ter que o tirar de casa de manhã - foi o meu pai levá-la à escola. Ele acabou por dormir connosco: não se destapa, a cama é suficientemente grande para cabermos os três à vontade e escusávamos de passar a noite a levantarmo-nos para o ir ver - assim só nos levantámos para o levar à casa de banho, o que foi um grande descanso (depois da noite verdadeiramente épica que tivemos de sábado para domingo, e da qual eu consegui recuperar ontem de manhã, mas o pai nem por isso).

Bom, hoje acordou bem mais cedo. E todo arrebitado. Veio para o sofá ver um filme, mas fartou-se e foi brincar para o quarto dele. Está muito mais mexido, já tosse muito pouco. Está francamente melhor. Agora não sei o que faça: se o mando amanhã para a escola ou se fico com ele mais um dia (coisa que implica ir-me entreter para o Centro de Saúde, para arranjar uma declaração em como ele já pode ir para a escola).

Está melhor, que é o que interessa. E eu, que andei praticamente "throatless", também já estou operacional. Mas trocava na boa a minha garganta dorida por tudo o que ele tem passado nestes dias - e era escusado dizer isto, que é uma regra universal da maternidade.

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