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08 julho 2015

O casamento do meu melhor amigo

Somos os melhores amigos e, por isso, estamos sempre lá um para o outro. Somos padrinhos e afilhados, temos filhas que são afilhadas do outro, tratamos os filhos que não são afilhados por sobrinhos e eles, os miúdos, tratam-nos por tios/padrinho conforme dá jeito. Somos irmãos sem sermos irmãos. Somos compadres. Sempre, para sempre, no que faça falta e só porque sim. Não sei o que é ter um irmão, mas acredito que seja isto que tenho com ele, esta ligação que é feita de amizade daqui até ao fim do mundo. Estaremos sempre por perto, mesmo que ele esteja em Moscovo ou no Ghana. Ou no fim do mundo. Não interessa.

Dia 26, meio da tarde, um calor abrasador. E foi isto.

The groom's maid of honour being the groom's maid of honour...
Oh well... nós a sermos nós!
E a madrinha com a afilhada ao colo, a perder a aposta das madrinhas do casamento: a que chorasse primeiro perdia. Oh que espanto... fui eu! Mas não dá! Ver o meu melhor amigo ali, aos pulinhos à espera da noiva, com a música que eles escolheram e que é brutal para o efeito (e que não me lembro de quem a canta, mas deve ser um Sam Smith da vida ou isso) e ver a noiva a descer, também a ver se conseguia segurar as lágrimas - mega fail!, não conseguiu! - e ver as miúdas que eles produziram e que são lindas e pensar em tudo o que ele passou para chegar até ali... bom, eu sou um calhau com olhos, mas nestas coisas sou uma lamechas!

E foi isto! Sejam felizes, vocês os dois. Os quatro! Sempre.

1 comentário:

Obrigada!