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30 novembro 2015

Good times

Há fins-de-semana que voam. Nem são bons, nem são maus. Quase não damos por eles. São horas que se vão desfiando sem grande história. Não foi o caso deste fim-de-semana.

Sábado: marido no almoço anual do grupo das bicicletas (o típico almoço que, como todos os bons almoços, acaba às 20h ou mais tarde ainda). Eu com os miúdos. Fomos marcar a festa de anos dela, fomos às compras, fomos almoçar os três. Depois, conversa puxa conversa, acabámos nos jardins da Gulbenkian com a minha BFF a fotografar-nos enquanto ainda havia luz. Lanchámos por lá e voltámos à base. De caminho, paragem no Colombo para comprar um ferro de engomar, que o meu fez o favor de entregar a alma ao criado há umas semanas e, apesar dos esforços do meu pai para o arranjar, a coisa não resultou. Regresso a casa, paragem no café-do-grupo-das-bicicletas e o combinório do serão: copo em Sintra, com a amiga-mulher-de-um-dos-amigos-das-bicicletas. Cheguei a casa à 1h30, sem sono nenhum, cortesia do café bebido às 23h. Sentei-me no sofá a ver episódios do The Affair e só dei por ela às três e tal, quando percebi que, na verdade, tinha deixado passar meio episódio...

Domingo: marido a sair de manhã para ir correr. Eu a tratar de roupas - a lavandaria é a minha melhor amiga, já disse? Almoço básico e saída para ir ver a estreia do musical infantil "O Macado do Rabo Cortado", no Museu Nacional do Teatro e da Dança - e isto foi mesmo giro: os miúdos gostam muito da história, têm um CD que ouvem ad nauseum no carro do pai, CD esse que tem a história narrada e duas músicas a acompanhar. A peça está muito gira, não é nada longa (dura uns 30-40 minutos, no máximo, portanto é segura para miúdos mais pequenos, que não aguentam uma hora e meia sossegados em lado nenhum!). Se querem um programinha simples e giro para os pequenitos, considerem este que é bem fixe!
No regresso, trazer o Natal para casa: eu ainda não estou nada no espírito e sinto que está tudo fora de época ainda mas... os miúdos já pedem e no fim-de-semana que vem, com o aniversário da miúda, ia ser impossível tratar disto das decorações portanto... está despachado. Enquanto eles orientaram o Natal, eu orientei... o ferro novo. Boa compra, sim senhor! Agora tenho aquele problema clássico de ter as gavetas cheias de roupa passada e, como o espaço não abunda, na verdade a coisa está ligeiramente atafulhada. Não importa, nada que não se resolva.

De caminho, breve nota para dizer que, neste mesinho que passou, deitei abaixo a módica quantia de... cinco quilos. Fui de 69,8kg aos 64,8kg, pesados hoje. Como? Sem stresses. Três treinos de karate por semana, mas treinos a sério, de sair de lá ensopada e de chamar muitos nomes a quem dá os treinos (não ao Kyoshi, que esse é pacífico, mas ao Nazi que dá treinos quando o Kyoshi não pode e que acho que, na verdade, tem um plano secreto em marcha: quer matar-me de exaustão!). Além dos treinos, nada de especial: não alarvar. Passei a fazer jantares leves, de sopa, iogurtes e pouco mais. Chego tarde dos treinos, não me apetece comer grande coisa, portanto fico bem assim. Durante o dia também não faço nada de especial, mas se me apetecer qualquer coisa menos "diet" como, sem grandes lamúrias. É a vida e eu não vou morrer de fome, lamento. Faltam 5kg ou coisa que o valha. E vem aí o Natal, que é aquela época diabólica para mim. Mas este ano, ao contrário dos anos anteriores, não ando com desejos de nada. Hei-de comer uma ou outra fatia de bolo-rei, mas nada de mais. Sem stress, mesmo.

1 comentário:

  1. Uau! Parabéns pelos 5kgs! Às vezes, o truque é mesmo esse: não stressar e não pensar muito nisso :)

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