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01 janeiro 2016

2016's bucket list


  • Viajar. Pode ser meter-me num avião com destino a Madrid. O que for. Sair daqui, nem que seja por dois dias.
  • Conquistar o meu cinto castanho de karate. Treinar muito para lá chegar. Não me baldar, a não ser que seja estritamente necessário (em Janeiro e Fevereiro apanho logo quatro semanas em que não posso treinar à segunda-feira, mas é por uma boa razão - já lá vou).
  • Fazer o segundo nível do curso de escrita de romance com o João Tordo. E aproveitar muito o que vou aprender com ele.
  • Ler muito. 24 livros pelo menos.
  • Escrever. Escrever. Escrever. Acabar o livro de uma vez por todas.
  • Fazer as tatuagens que me faltam. Uma pequenina no pulso. E uma maior... algures.
  • Cinema: em casa e fora. Ver os filmes que ando sempre a prometer que vou ver e que vão sempre ficando para trás.
  • Dançar. Sair para dançar. Se se proporcionar, fazer um workshop de kizomba. E dançar. Mesmo que seja sozinha, no meio do quarto. 
  • Rir muito.
  • Não alinhar no "temos de combinar" que nunca acontece. Cafés, almoços, lanches e saídas com os amigos. Sempre que possível. A bem da minha sanidade mental.
  • Não recusar a ideia de que mereço ser feliz.
  • Continuar a minha caminhada no trabalho. Dar tudo de mim. Porque recebo tanto em troca (e não estou a falar de dinheiro).
  • Correr muito. Correr mais. Não parar de correr. E comprometer-me com uma corrida por mês. Incluindo uma Meia-Maratona. Ou duas.
  • Não me desleixar. Eu mereço sentir-me bem comigo. Mereço gostar de mim.
  • Deixar para trás os problemas. O que for um peso desnecessário tem de ser largado. Não me deixar enlear em dramas que não são bons para ninguém.
  • Mimar. E ser mimada. Não deixar de dizer às pessoas o quanto gosto delas, o quanto são importantes para mim e o quão bem me fazem. 
  • Ralhar menos. Praticar a tolerância e a paciência (departamentos em que o karate me ajuda tanto).
  • Ter tempo em família, com os miúdos. Para os levar a passear. Para lhes mostrar coisas que nunca viram. Para lhes ensinar coisas novas. Para o mimo. Para os momentos de loucura. Para a cumplicidade que há entre nós. 
  • Finalmente, assim a bold, para ver se nunca me esqueço disto: combater o medo, deixar cair o medo, não lhe ceder. Ser maior do que o medo. Não há nada que eu não consiga. Só o medo me trava. Portanto, é tempo de perder os medos e de arriscar. De lutar. De ir atrás do que me faz feliz, seja lá o que isso for, esteja isso onde estiver.

1 comentário:

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