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17 março 2016

Férias

Tirei três dias de férias: quinta, sexta e segunda estive encostada à box. Precisava de parar. De respirar. De tempo para mim, para fazer as coisas de que gosto, sem ter de pensar em obrigações (claro que houve serviços mínimos, mas não foram dias de férias para estar em casa agarrada ao ferro de engomar ou aos vidros que precisam de ser limpos).

Quinta-feira fui almoçar sozinha e ao cinema. É o típico programa de dia de aniversário que, este ano, chegou com um mês de atraso. Mas chegou. Fui ver um filme "dos meus" - este: "Muito Amadas" (isto é muito a minha cena: gosto de cinema, não sou tanto de filmes. Gosto de cinema feito fora dos circuitos das grandes produtoras. Se, de caminho, a coisa envolver culturas das que me fascinam, então... maravilha!).

Na sexta fui para Lisboa, para o LX Factory, escrever. Correcção: fui rever texto. E corrigir. E afinar. E limpar. E ficar com a cabeça em água, porque quanto mais entro naquilo, mais perdida me sinto... (Tenho de parar com isto de andar para trás em vez de avançar. É tempo de escrever, de deixar o perfeccionismo de lado e de acabar o texto. No fim, então sim, volto atrás, revejo, limpo, tiro, acrescento e ponho aquilo como deve ser.)

O fim-de-semana foi do karaté. E a segunda voltou a ser da escrita, desta vez sem correcções e desta vez em Sintra. Adoro isto de ir à procura de um sítio para me sentar (wifi disponível é obrigatório!) e ficar ali horas a escrever. Nem sempre consigo produzir tanto quanto esperava, mas o que vier é lucro.

Foram dias de pausa que me souberam tão, tão bem... Estava mesmo a precisar e serviu para repor energias e para ganhar novo fôlego. Próxima paragem? Uns feriados para aí algures...

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