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05 abril 2016

Let's dance

Tenho uma amiga que está prestes a abrir uma academia de dança ali para os lados da Venda do Pinheiro. Na sexta, organizou uma espécie de festa de lançamento da coisa, versão kizomba party, com aula aberta e tudo. Reuniu-se um grupinho (três miúdas, um miúdo - que calha ser professor de kizomba) e lá fomos nós, rumo à Malveira.

Aula aberta: tinha feito uma, em tempos, mas nada que ver com esta. Se calhar porque entretanto já dancei mais um bocado e, portanto, já apanho melhor as coisas, o que é certo é que gostei muito mais desta aula. Depois, o clássico: dança, não dança, bebe um copo, dança outra vez.

Dançar com um professor é todo um privilégio. Saber que estás bem entregue. A dificuldade daquilo é deixares-te ir. Quando tens empatia com a pessoa com quem danças, é muito mais simples - aconteceu-me nas vezes em que dancei com o meu colega de trabalho, em festas que aconteceram no ano passado: como nos conhecemos, é muito mais fácil. Eu já tinha dançado uma vez com este professor, noutra saída aí há tempos, mas nada como agora. Agora houve tempo para conversar, para nos conhecermos e isso faz toda a diferença.

E o que é que saiu daqui, no final? Um grupinho que já começou a alinhavar novas saídas para dançar. Foi tudo bom, portanto. Soube-me mesmo, mesmo bem. Para descomprimir, para me soltar, para me divertir um bocado. E sim, eu sou do gueto e gosto disto. Nada a fazer.

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