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27 fevereiro 2017

Alive and... living

Ando meio virada para dentro. Descobri que a minha casquinha é um sítio fixe para se estar. Gosto disto, de viver para mim, de estar nos sítios onde me sinto bem, de me enroscar nos abraços que me sabem bem, de ter o coração e a cabeça a funcionar para o mesmo lado. Aprendi que preciso primeiro de me focar em mim. Vale o que vale. Sabe-me bem.

Descobri que quero coisas. E essas coisas dependem de mim e do meu esforço e só cabe nelas quem está comigo, quem me apoia, quem puxa por mim. Quem revira os olhos e me pergunta "mas queres isso para quê?" abandona o barco na hora. Darwin explica.

Entretanto, decidi que este ano não ia perder tempo. Portanto, em vez de, por exemplo, andar a picar canais aleatoriamente e acabar a ver episódios do America's Got Talent, tenho visto filmes e mais filmes. E séries. E tenho lido. Não tenho escrito tanto quanto gostaria, mas parece que depois de ter acabado o livro estava era a precisar de uma folga para respirar entre as minhas próprias palavras.

(Mais sobre os livros e os filmes e as séries em breve...)

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