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07 maio 2017

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Ainda a manhã se erguia no horizonte e já os meus olhos se fechavam depois de ti. Não sei como resolver a equação onde é suposto que sejas nulo sendo ao mesmo tempo o elemento maior. Não sou boa a matemática. Mas sei contar até ao infinito se a ideia for dizer o quanto te amo. É assim. Nem sempre a coerência é uma qualidade.

Todos os dias o mesmo mantra. Andar. Andar. Andar. Todos os dias a mesma realidade. Fico exactamente no sítio onde ancorei o coração porque não sei ser de mais nenhum lugar. E não quero saber.

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