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30 outubro 2017

She who is gone...

Não me perdes quando me mandas embora. Não me perdes quando foges, apesar de tudo em ti querer ficar. Não me perdes nas tuas incertezas. Não me perdes nas tuas dúvidas. Não me perdes em nada. Excepto nas mentiras. É aí que me perdes. Foi aí que me perdeste. Quando percebi que a verdade que me mostravas era diferente da outra verdade. A verdade-verdade. E foi aí que me perdeste. Quando as tuas atitudes falaram por ti. Quando te revelaste no tanto que quiseste esconder. Tiveste medo de vir a sofrer no futuro. Não tiveste medo nenhum de fazer-me sofrer a mim. Agora, no presente. Tiveste medo do que pudesses passar às mãos de uma pessoa que te deu tudo, que te amou acima de tudo, apesar de tudo, com tudo o que havia contra o que tínhamos entre nós. Não tiveste problema nenhum em magoar-me propositadamente, em rasgar pele até ao osso, em ver o sangue jorrar por entre as lágrimas. O que tu fazes não diz nada sobre mim. Mas mostra tudo sobre ti. O que conta são as atitudes. Tudo se revela nas atitudes. Olha para as minhas. Olha para as tuas. Foi assim que me perdeste. Pena...

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