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23 julho 2018

Férias: the day after

Quinze dias de férias e...

Três tardes de praia, no primeiro domingo e neste fim-de-semana, porque o tempo... oh well, não esteve a meu favor. Eu, que sou do Verão e do sol e do calor abrasador... lixei-me e não tive nada disso.

Aproveitei para resolver coisas dos miúdos com a escola, aproveitei para ir com eles a uma data de consultas e aproveitei para tentar descansar.

Pelo meio, pouco treino (devo ter ido ao ginásio umas três vezes), mas sem culpas nem stresses. Não dá, não dá, paciência, treino depois. Ainda assim, o saldo é claramente positivo: menos dois quilos (e sim, pode ter ido alguma massa magra \á viola, mas sinto uma nítida diminuição de volume, que era o que eu queria). Acontece que não quero voltar a pesar 55kg, como pesava no ano passado por esta altura. Por várias razões. A primeira é que esse peso foi fruto de uma péssima fase emocional. Andava numa montanha-russa e nada de bom vem daí. A segunda é que, com 55kg, fico sem rabo. Ora calha que preciso de rabo para kizombar e, neste momento, é assim que me sinto bem. Já que sempre fui um rabo com pessoa à volta então vou usar isso a meu favor...

E por falar em kizomba (bear with me, vá)... na semana passada fiz all in e fui a todas: terça, aula com um colega que também dá aulas; quarta e quinta, as duas horas de aulas normais (eu varro tudo: nível 0, 1 e 2 e Urban Kiz). Na quarta, depois das aulas, pegámos em nós e fomos para um dos spots onde se dança. Foi até às 3 e tal da manhã. Sem parar. É assim que se pratica e que se aprende. E eu tive a sorte de ser puxada por um senhor que é... professor. Ora eu sou uma esponja e toca de aproveitar a aulinha particular. Na sexta apetecia-me sair, não necessariamente para kizomba. Foi à quinta tentativa. Primeira: BBeach Club, em Oeiras - noite de Rock, num bai dar; segunda: Tamariz - noite de Funk, num bai dar; terceira: Mood, em Sintra - fechado para férias; quarta: Bombar, também em Sintra - um sítio invadido por crianças de 17 anos, mais tabaco do que eu sei lá o quê, num bai dar; à quinta lá acertámos: mesmo sítio da quarta-feira, até aquilo fechar. E, de novo, non-stop, horas a dançar. Sábado, mais do mesmo, mas noutro sítio. Fomos com o colega-professor e... sai mais uma sessão de aprendizagem para a mesa do canto. Portanto, fora o tempo que passei em casa a dançar (sim, acontece imenso e sabe-me pela vida!), devo ter dançado umas 14 horas ou mais. E sabem que mais? Estou de alma lavada. Leve, leve, leve.

Mais coisas? Houve filmes, séries, muito tempo a passar a ferro (e ainda não dei conta do monte, mas está quase), alguns passeios e muito mimo com as crias.

Hoje volto ao trabalho tranquila. Cheia de coisas para fazer, mas com a sensação de que, apesar da falta de sol, foram umas férias porreiras. Em Agosto há mais: os miúdos vão andar entre avós e pai, eu vou estar a trabalhar, mas vou aproveitar ao máximo os tempos mortos. E tenho uma semana de férias lá pelo meio, mesmo para desligar e carregar baterias.

E agora a million dollar question: como é que eu estou? Feliz, mesmo feliz. E levezinha, já disse?  

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