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17 setembro 2018

Those who can not be trusted

Se dizes que vais, vai. Se dizes que vais fazer, faz. Se prometes, cumpre. Se não tens a certeza, não te comprometas. Se achas que não te apetece, não te comprometas. Se não sabes se queres, não te comprometas. Se te comprometeres, cumpre.

Do lado de lá, está uma pessoa que conta contigo. Para um trabalho, para uma saída, para um apoio, para o que for. Do lado de lá, está uma pessoa que confiou em ti. Do lado de lá, está uma pessoa que espera que faças o que disseste que ias fazer.

Imprevistos acontecem. Mas quando te tornas naquela pessoa que já nunca surpreende por ter dito que sim e afinal não, acredita, já perdeste todo o teu crédito. E, mesmo que do lado de lá continuem a contar contigo e a querer que vás, que faças, que estejas, na verdade já sabem que o mais certo é não ires, não fazeres, não estares.

Mil vezes um "não posso" que depois é surpreendido com um "afinal pude", se a coisa acontecer. Mil vezes um "achava que não ia conseguir, mas afinal consegui". Mil vezes um "afinal venho" do que um "afinal não posso ir".

Quando te tornas na pessoa de quem já nada se espera, a confiança já foi embora. Quando a confiança bate no chão, dificilmente volta ao ponto onde já esteve. E mesmo que volte, há por ali sempre um pé que fica atrás.

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