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11 outubro 2018

Dores de crescimento

Ando às voltas com o blog (já deu para ver, não é?). Quando ando mais activa por aqui, a coisa anda ali nas 1500 visitas/dia. No Instagram, são 2245-ish seguidores (e nem todos lêem o blog). No Face do blog são 4117 likes. Nada de mais. Tudo orgânico.

A minha questão é simples: até que ponto é possível fazer crescer um blog sem o vender? Até que ponto é possível fazer crescer um blog sem ser à força de passatempos "têm de ser seguidores e tagar amigos que também têm de seguir o blog"? Até que ponto é possível fazer crescer um blog simplesmente porque o conteúdo é interessante e não porque há "truques" associados? Não sei. Mas quero descobrir. 

Como é que isto se faz? Criando conteúdo interessante. Não vou andar a pedir que partilhem o que escrevo mas, se acharem relevante, podem partilhar. É a única forma natural de chegar a mais pessoas. Não vou inventar passatempos chatos, não vou vender blocos publicitários e, obviamente, não vou comprar seguidores. Não dou para esse peditório, lamento. Ah e tal, são as novas leis do mercado, as novas regras, o novo modus operandi, toda a gente faz isso, já ninguém se chateia. Paciência. Eu não sou toda a gente, nunca vou ser. Sou muito fiel aos meus princípios e este sempre foi um deles. Em quinze anos, não mudou, não vai mudar agora.

A minha questão é esta. quero, sim, chegar a mais gente, a muito mais gente. Mas quero isso se for merecido, quero isso se significar que o que escrevo é conteúdo interessante, seja porque gostam dos meus micro-contos, seja porque gostam da minha forma de partilhar pequenas partes dos meus dias, seja porque se identificam com as minhas opiniões e com a forma como as exponho e defendo.

Por isso, agora é o momento em que vos peço: se acham que isto vale a pena, partilhem, espalhem, dêem a conhecer e pode ser que mais gente se junte à festa e que depois a coisa escale como é natural que aconteça. Do meu lado, o mesmo compromisso de sempre: não engano ninguém, não uso truques baixos, não me vendo, não vendo os meus filhos, não me ponho a jeito. 

Ajudam-me, por favor? (Grata, antes mesmo de acontecer o que quer que seja...)

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