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22 outubro 2018

Resumo da jornada

Sexta

Portanto, aqui a pessoa tinha consulta no dentista com a filha. Sai do trabalho na gáspea, chega lá a horas. Consulta feita e vamos lá almoçar. A miúda pede sushi - seja. Vamos ao take-away buscar duas caixinhas daquilo. Vou pagar e... nada de carteira. Telefonema rápido e descubro que deixei a dita no escritório. Bonito serviço. Mas... avé, tecnologia! Vou ao multibanco ais próximo e levanto dinheiro via MB Way (explicar isto à minha mãe foi giro...). Pago aquilo e problema resolvido. Ficamos em casa à tarde, até serem horas de ir à sede de agrupamento para a entrega de diplomas de mérito da miúda. Juro que não sei como é que ela fez aquilo (porque as nota dela no ano passado foram bem ali no meio da tabela), mas fez e isso é que é importante. 

Sábado

Decidi finalmente acabar com o regime de escravatura que imperava em minha casa. Três habitantes, seis divisões para limpar. Matemática simples, parece-me. Ao miúdo coube o quarto deles e o hall: limpou o pó e aspirou. Ficou perfeito? Não, mas ficou melhor do que estava e eu não fui atrás corrigir nada. Ela ficou com a sala e com a casa-de-banho. Andei com ela a ensiná-la a limpar as loiças do WC, mas para a próxima já vai a solo. Ficou perfeito? Não, mas ficou melhor do que estava e eu também não fui atrás corrigir nada. Eu fiquei com a cozinha e com o meu quarto e a coisa deu-se. Maravilha. 

Para o jantar, fiz um empadão de atum que está de-li-ci-o-so. Eles odiaram. Mas eles odeiam tudo o que seja novidade, portanto nem quero saber. Comeram, não quiseram vestir roupa de rua e... saíram de casa de pijama mesmo (o carro estava à porta), para irem dormir aos avós.

Era a festa de aniversário do excelso senhor professor de kizomba barra DJ e a turma combinou uma saída. Não dançava tanto há demasiado tempo. Soube-me pela vida (os meus pés discordam desta avaliação). 

Domingo

Acordei cedo (demasiado cedo) para ir buscar os miúdos. O rapaz anda na catequese e eu comprometi-me a levá-lo à missa. Não tenciono falhar só porque não me apetece ir, portanto fiz o que tinha a fazer. 
De volta a casa, passei parte da tarde na cozinha. Fiz a melhor sopa de sempre (mesmo!), de grão com espinafres, fiz um bolo de cenoura sem glúten, sem lactose e sem açúcar. Está bom? Está óptimo! Mandei a miúda a casa da tia Lia levar um bocado do bolo e isto foi o ponto alto do fim-de-semana da gaiata, que se sentiu uma crescida por ter esta responsabilidade e autonomia (e, quando me deu o medo de a mandar andar 200m na rua, lembrei-me de que, com a idade dela, eu andava diariamente cerca de 6km, com uma passagem de nível pelo meio, para ir e vir da escola...).

Moral da história: cansada, mas feliz. Mesmo feliz.

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