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01 outubro 2018

Torneio de Golfe Para Nabos


Portanto, a pessoa trabalha numa empresa relacionada com golfe e NÃO joga golfe. Zero. Pessoa foi duas vezes ao driving range (nota do editor: sítio onde se treina o disparar de bolas à máxima distância possível, no caso da pessoa, dois metros, portanto). Fazer o quê? Humilhar-se. Pessoa não nasceu para isto, claramente. Ainda assim, pessoa achou que seria divertido tentar a sua sorte e concorrer a um dos 5 lugares disponíveis para disputar esta taça de calibre mundial.

Pessoa ganhou.

Sábado de madrugada, ali a bater as 8h30, pessoa e partner arrancam para os algarves. Chegámos às 11h, que era a hora marcada. Fernando Alvim (master organizador da coisa) e restante equipa ligeiramente atrasados. Uma hora e meia, na verdade. Pessoa e partner fazem check-in (esqueci-me de mencionar: torneio e alojamento em regime de tudo incluído), largam os tarecos no quarto e ala molhar o rabo na piscina!

O resto da tropa lá chegou e... almoço. O vinho era bom (a comida também). A seguir, treinar um bocadinho antes do torneio propriamente dito. Ideia: jogar uma ronda de 9 buracos. Ah e tal, jogamos antes só 6 senão fica muito tarde. Meio do jogo: afinal jogamos só 3 senão nunca mais daqui saímos. Andar de buggy é fixe. O jogo correu muito melhor do que eu esperava. Fim de tarde de novo na piscina. Depois siga jantar. Nós e todos os agentes de viagens do país, ali concentrados numa festa animada. O vinho estava bom (e o jantar também). A festa dos agentes de viagens tinha um DJ. O bar tinha gin e vodka. Dançámos ao ritmo dos gins e das caipiroskas. Quatro da manhã e fim de festa. Porque é que agora há aqui 6 elevadores se há bocado só havia 3...? Pois... havia gin e vodka, já disse?

José Luís Peixoto venceu o torneio. Eu ganhei dicas preciosíssimas sobre edição de livros. Acho que quem ganhou fui mesmo eu!

Domingo de manhã e acordar devagarinho. Pequeno-almoço à socapa, depois da hora. Voltar ao quarto e os cartões já não funcionarem (ups... lá se vai a hora do check-out...). Voltar para Lisboa e dormir a viagem in-tei-ri-nha... (partner espectacular, que eu adoro, a sofrer sozinho os efeitos da noite anterior e a deixar-me descansar porque assim que chegássemos a Lisboa ia começar a segunda parte da festa para mim...)

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