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04 fevereiro 2019

Pausa

Quando me afasto daqui é sinal de que tenho coisas para resolver cá fora. Ou cá dentro. Foi o caso. Eu nem sei porque é que ainda me espanto (outra vez arroz). A sério que não. Há uma lição qualquer que eu preciso de aprender e que, pelos vistos, ainda não aprendi: a cena é recorrente, demora mais ou menos tempo a instalar-se mas o desfecho nunca foge muito ao que já conheço. Não é um problema do mundo. É um problema meu. Eu sou o denominador comum nisto tudo e eu é que ainda não interiorizei a mensagem que o universo quer passar-em. (Isto está meio encriptado, eu sei; é que serve mais para memória futura, na verdade.)
Bom, é tempo de limpar poeira, secar lágrimas e seguir em frente. Vem aí a primavera, há-de ser tempo de renascer. Fénix devia ser o meu nome do meio (às vezes, Fónix é o meu nome completo e é libertador). 

A programação habitual segue dentro de momentos. Amanhã há One Red Crow de regresso (e que fotos boas vêm por aí...). O resto... logo se vê. Boa semana! 

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