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08 outubro 2019

Com amigos destes...

(Eu sei... eu sei que hoje era ficção... mas tenho a cabeça tão cheia com textos que nada têm que ver com ficção que hoje não dá mesmo. Vocês percebem.)

Hoje fui aos Correios. 27 pessoas à minha frente. Fui fazer tempo para onde? Bertrand. Entrei e, por sorte, estava ao telefone, o que fez com que, na verdade, não tenha prestado muita atenção aos livros. Saí sem danos.

Voltei aos Correios. 15 pessoas à minha frente. Fui fazer tempo para onde? FNAC. Entrei e, por azar, não estava ao telefone, o que fez com que, na verdade, agarrasse um livro de uma nova autora portuguesa (há vida para além do Chagas Freitas, do Raúl Minh'Alma e do Afonso Noite-Luar - que por acaso é o Raúl Minh'Alma nos dias em que está mais horny - sabiam?). Acontece também que às tantas levanto os olhos do livro e vejo quem? O funcionário da FNAC que me "vendeu" O Homem das Castanhas (que adorei, não sei se já disse aqui) e que é o meu amigo dos livros. O rapaz diz-me boa tarde, eu respondo e agradeço a dica do tal livro. O rapaz já sabe que sou dos thrillers. Pergunta-me se gosto de livros históricos. Digo que sim, só não sou fã de thrillers de espionagem (gosto mesmo é de sangue, nada a fazer). Aconselha-me um livro que saiu no Verão. "Chama-se 1793, passa-se nessa época, na Suécia, e é brutal! É daqueles de ficar a ler até de madrugada!". Tudo o que eu preciso, portanto. Quando dou por mim tenho um livro novo na mão. Ansiosa por despachar "O Triunfo dos Porcos", do George Orwell, que estou a achar uma seca - alegoria maravilhosa, mas escrita chata de mais. Já só quero viajar até 1793...


(Entretanto, Suma de Letras, pela vossa rica saúde, usem uma fonte num tamanho que não careça de uma lupa para ser lido!!)

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