Impossível não lamentar a morte do António Feio. Viveu pouco tempo, devia ter estado cá mais uns 30 anos. A rir e a fazer rir. Os bons momentos são o que levamos desta vida e o António Feio foi exímio em dar bons momentos a Portugal. Lutou. Perdeu. Lamentavelmente.
Este ano, mais do que em qualquer outro de que me lembre, já morreram demasiadas pessoas à minha volta às mãos do cancro. E é ingrato, porque foram sempre pessoas que partiram cedo demais. É por isto que acho que viver todos os dias como se fosse o último devia ser obrigatório por lei.
Aproveitemos cada momento, cada abraço, cada beijo, cada sorriso, cada palavra. Vivamos tudo o que pudermos. Deixemos as coisas amargas para trás. Vivamos em pleno a vida que temos, sem lamentar a que não temos. Gastemos tempo a saborear as pessoas que nos amam, em vez de esperar, ansiar, desejar pessoas que não sabemos se alguma vez iremos ter. Façamos de cada dia uma memória inesquecível.
Este ano, mais do que em qualquer outro de que me lembre, já morreram demasiadas pessoas à minha volta às mãos do cancro. E é ingrato, porque foram sempre pessoas que partiram cedo demais. É por isto que acho que viver todos os dias como se fosse o último devia ser obrigatório por lei.
Aproveitemos cada momento, cada abraço, cada beijo, cada sorriso, cada palavra. Vivamos tudo o que pudermos. Deixemos as coisas amargas para trás. Vivamos em pleno a vida que temos, sem lamentar a que não temos. Gastemos tempo a saborear as pessoas que nos amam, em vez de esperar, ansiar, desejar pessoas que não sabemos se alguma vez iremos ter. Façamos de cada dia uma memória inesquecível.

