(Um post escrito no Not So Fast Cooking, mas que é transversal...)
Tomei consciência do quão importante é poupar e aproveitar o que temos em casa graças a esta crise que, para mim, não começou agora. Como trabalho no mercado imobiliário, há muito que me apercebi do que aí vinha... E comecei a tomar medidas para me adaptar a esta nova realidade.
Por outro lado, em breve vamos tornar-nos numa família de 4, o que implica alguma ginástica adicional. É certo que até o meu filho ter cerca de 12 meses não vai comer o mesmo que nós, mas convém começar a fase de mentalização.
Aprendi muita coisa a ler alguns blogs virados para a economia doméstica. E se é certo que vi muitos disparates, também é certo que muito do que li foi importante para me abrir horizontes.
Há muitas maneiras de poupar e de rentabilizar o dinheiro que se tem. Eu não sou forreta, nem nada que se pareça, mas quero saber com o que posso contar e não me quero arrepender de ter gasto dinheiro em coisas inúteis. E se há algo positivo nesta crise que se sente é o facto de todos podermos aprender com ela...
Tomei consciência do quão importante é poupar e aproveitar o que temos em casa graças a esta crise que, para mim, não começou agora. Como trabalho no mercado imobiliário, há muito que me apercebi do que aí vinha... E comecei a tomar medidas para me adaptar a esta nova realidade.
Por outro lado, em breve vamos tornar-nos numa família de 4, o que implica alguma ginástica adicional. É certo que até o meu filho ter cerca de 12 meses não vai comer o mesmo que nós, mas convém começar a fase de mentalização.
Aprendi muita coisa a ler alguns blogs virados para a economia doméstica. E se é certo que vi muitos disparates, também é certo que muito do que li foi importante para me abrir horizontes.
- Passei a ter mais noção do que tenho em casa, na arca, no frigorífico e na despensa, e a usar o que tenho para cozinhar, ao invés de andar a fazer compras para cozinhar o que me apetece no dia.
- Passei a planear as refeições semanalmente, para rentabilizar ao máximo o que temos em casa.
- Deixei de ir ao supermercado dia sim, dia não, e passei a ir só uma vez por semana.
- Evito levar a minha filha para o supermercado (porque demoro muito mais tempo e tenho sempre que lidar com uma birra "mãe, eu quero tanto uma Pinipon!").
- Vou ao supermercado quase sempre a um dia de semana, à hora de almoço (depois de almoçar) porque o facto de não ir com muito tempo disponível faz com que não me perca com o que não é essencial.
- Passei a ter em atenção o sítio onde faço compras não só pela proximidade geográfica, mas também pelos preços das coisas e pelas promoções disponíveis.
- Percebi que o Modelo/Continente é bem mais caro que o Pingo Doce e nem fazia ideia.
- Passei a ir mais ao Minipreço e ao Lidl e não perdi em qualidade (basta saber escolher as coisas).
- Utilizo imensa coisa que me dão. A minha avó fornece-me doses industriais de courgette, de abóbora e de cebolas, por exemplo. O que não uso logo arranjo e congelo para usar mais tarde.
- Deixei de comprar bolachas e snacks para ir petiscando no trabalho. Em vez disso, faço bolachas ou bolos uma vez por semana (às vezes mais) e vou trazendo.
- Consumo muito mais fruta do que antes. E acabo por necessitar de cozinhar menos quantidade, porque fico bem se comer um prato de sopa, uma mini-dose de segundo prato e uma peça de fruta no fim.
- Deixei de consumir refrigerantes em casa. Uso a Bimby para fazer sumos e muitas, muitas limonadas.
- Deixei de comprar pão. Faço-o em casa e, o que sobra, acaba cortado e congelado, pronto para fazer torradas, ou em pão ralado aromatizado (com alho e coentros, por exemplo).
- Uso imensas marcas brancas, inclusive em comida. E não me chateio nada por isso. Há muito, muito tempo que a massa é Pingo Doce / Dia / Lidl / Continente e que não consumo outro tipo de marcas.
- Aprendi a deixar a preguiça de lado e a arranjar molhos de grelos / espinafres / agriões, em vez de os comprar já prontos a usar. Poupa-se tempo abrindo apenas o pacote, mas não acho que compense.
- Passei a ter muito mais atenção aos prazos de validade das coisas que tenho em casa e já não me lembro da última vez que deitei fora alguma coisa por estar fora de prazo.
Há muitas maneiras de poupar e de rentabilizar o dinheiro que se tem. Eu não sou forreta, nem nada que se pareça, mas quero saber com o que posso contar e não me quero arrepender de ter gasto dinheiro em coisas inúteis. E se há algo positivo nesta crise que se sente é o facto de todos podermos aprender com ela...
Se eu podia fazer números de circo? Podia, na boa. A avaliar pela forma espectacular como esta manhã escorreguei-muito-desequilibrei-me-agarrei-me-ao-carro-molhei-as-calças-mas-não-caí, eu diria que sim...
(Pavimento do parque de estacionamento molhado, eu com umas sabrinas com tendência para o disparate, uma escorregadela, et voilá, um lindo número de circo. Sem assistência, porém.)
(Pavimento do parque de estacionamento molhado, eu com umas sabrinas com tendência para o disparate, uma escorregadela, et voilá, um lindo número de circo. Sem assistência, porém.)
Assim se anda com aproximadamente 33cm e 1kg de bebé na barriga... (e umas quantas fatias de bolo de agrião, pronto).
(Ah, e as calças já são de grávida... são as Hope, do passatempo do Mini-Saia!.. E estas calças fazem jus àquela coisa de "calças até às mamas"!)
