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31 dezembro 2010

2010 vs 2011


2010 foi um ano bom. Razoável, pronto. Houve dias péssimos, momentos mauzinhos, mauzinhos. Mas também houve dias fabulosos. Esta gravidez impede-me de dizer mal de 2010. Foi o ano em que carreguei dentro de mim um rapaz, coisa que nunca na vida pensei que me acontecesse (achava que só ia ter meninas, pronto). Foi o ano em que o filtro aos amigos se apertou. Com a maturidade vem a consciência de que nem toda a gente que conhecemos encaixa no epíteto de amigo. As minhas duas melhores amigas mantêm-se inalteradas há anos, o que é bom. Muito bom, na verdade, porque são daquelas coisas boas que eu tenho e que espero continuar a ter.

A família cresceu este ano. Ninguém próximo morreu, o que é outra coisa assinalável. Temos saúde. Somos felizes. O que é que podemos querer mais (era o Euromilhões, fáxavor!).

Para 2011 peço mais do mesmo. Que as minhas pessoas continuem a ser as minhas pessoas. Que os meus pais continuem com saúde. Que a nossa família mais alargada continue como até aqui, unida. Que ele continue ao meu lado, como eu vou continuar ao lado dele. Que a minha filha continue a crescer bonita, espertalhaça, cheia de vida e de coisas para me ensinar. E que o meu filho nasça e cresça saudável, se porte como deve ser e não nos faça a vida negra. E, claro, que continuemos a ser este núcleo feliz, inabalável, onde a trave-mestra se chama Amor...

Feliz 2011!!!


Um doce fim de 2010

Sair do hospital e rumar aos Pastéis de Belém. Não podia ter sido melhor!!


É hoje!!

Brincadeirinha! Não é nada hoje!!

Miúdo pequeno, mas a crescer. A não ser que o ponhamos a esticar, não vai ser altíssimo, parece-me. Mas o meu repouso (ou aquilo que eu faço e que se parece vagamente com repouso) está a funcionar. O peso estimado ronda agora os 2.777kg (número muito exacto para uma coisa que tem uma margem de erro de 500gr, mas pronto). Percentil 25. Rodinhas baixas. Mas bem, a mexer, a crescer, saudável. Aparentemente tenho placenta de fumadora (zero cigarros na gravidez, óbvio!), calcificada e a envelhecer. Sinal de que a coisa já esteve mais longe de se dar. Mas não, não é hoje. Só para o ano! E assim fico com dois filhos nascidos nos "meus" anos: 2007 e 2011.


30 dezembro 2010

A apertar

Ontem andei o dia todo com contracções. Chatas, dolorosas (de 0 a 10, aí um 6) mas que não eram AS contracções. Na gravidez da minha filha fui mil vezes ao hospital a achar que ela ia nascer. Tinha três contracções e lá ia eu. Sabia lá eu o que eram contracções a sério. No dia em que me rebentaram as águas, o primeiro pensamento foi... "o tempo que eu andei a perder a caminho do hospital, credo...!". Desta vez, bem mais calma, bem mais focada, bem menos impaciente, ando a levar a coisa na desportiva.

O descanso anda a fazer-me bem. A barriga cresceu (mas ainda me perguntam se já sei o que é e quando eu digo que sei, que ele vai nascer daqui a uma ou duas semanas, ficam a olhar para mim e para a barriga a achar que eu estou maluquinha). Ele mexe-se imenso, um mexer que faz doer e que faz arregalar os olhos a quem vê de frente (alien mode: on). Tenho tudo preparado. Quando for, é. E é possível que seja já amanhã...


28 dezembro 2010

O capuccino caseiro

Para a Só Sedas (e não só!), a receita do capuccino caseiro está aqui. Não é minha, é da Colher-de-Pau. E é mesmo bom!! (As quantidades que ela menciona carecem de um frasco grande... não façam como eu, que achei que um frasco médio dava para fazer o preparado e depois tive que o dividir por dois frascos...!)

Ah, e outra coisa... não se ponham a inventar: aquilo é para fazer com água e não com leite (eu tenho a mania de fazer tudo o que seja chocolate quente ou capuccino com leite). É que leite e bicarbonato de sódio... não se dão. Fica amargo, a saber a sódio, só. Com água isto não acontece, fica perfeito!


Não me apetece (e creio que a vocês também não)...

... espetar aqui com a versão ilustrada do que foi o meu Natal, ala dos presentes. Porque, como já tinha dito em jeito de futurologia, o meu Natal não são os presentes. Não recebi nada de que precisasse porque, na verdade, não preciso de nada. Recebi três coisas que queria e uma que me surpreendeu. Destas quatro coisas, duas foram compradas por mim, a outra já sabia que viria (embora mamãe ache que eu tenho 5 anos e insista em arranjar forma de me fazer surpresas) e a última foi mesmo, mesmo surpresa. E cheira-me que vai ser a mais bem aproveitada do ano (thanks, afilhadrinho!).

Para o meu aniversário (que dista um mês e pouco do dia de hoje), a "wishlist" é simples: pacotes de fraldas tamanho 3, cheques-farmácia (vem aí a época das vacinas a 70 euros) e cheques-pediatra (só no 1º mês dele serão duas consultas... glup!). Simples, não é?


Prometido é devido


E o bolo de aniversário da petite mademoiselle saiu assim!


After party

Véspera de Natal passada em correria, para ter tudo pronto à hora de chegada do marido e da sogra. Fui de tal maneira eficiente que, quando eles chegaram, estava a ver um episódio de qualquer coisa, porque tinha tudo despachado.
Jantar com pais, sogros e cunhados. 12 pessoas à mesa. Nisto batem as 23h e como eu não sou sádica, resolvi que sim, que a miúda podia começar a rasgar embrulhos, apesar dos olhares críticos para mim e para o relógio, alternadamente.

Cá em casa, quem traz os presentes é o Menino Jesus. Ela escreveu-lhe uma carta que pôs na nossa caixa do correio. À medida que os presentes foram aparecendo cá em casa, nos dias anteriores, fui explicando que o Menino Jesus os tinha deixado lá em baixo, ao pé do correio, e que depois, no dia de Natal, ele telefonava a dizer quais eram os dela. Portanto, quando o telefone tocou, mandei-a atender - fui eu que liguei, do telemóvel para casa. Falei com ela baixinho, a disfarçar a voz. E ela só dizia "ó Menino Jesus, não te estou a ouvir bem, fala mais alto!". A chamada caiu mas não fez mal: ela começou a arregalar os olhos e abriu os presentes dela e os do irmão. Encantou-se numa boneca cabeleireira, num jogo da Kitty e numa guitarra. E tem brincado com tudo por estes dias.

Nós abrimos os presentes a seguir e assim que esse assunto ficou arrumado foi-se toda a gente embora, ficaram só os meus pais. Acabou cedo, este Natal - os meus Natais na terra costumam bater nas três da manhã, pelo menos.

No dia seguinte ficámos por cá, a almoçar e a jantar com os meus pais. Dia calminho, de muito mimo e brincadeira. Podiam ser assim todos os Natais!


24 dezembro 2010

So this is Christmas...


Que seja um Natal cheio. De saúde, de amor, de sorrisos, de paz, de serenidade, de silêncios confortáveis. E que amanhã o Natal não seja apenas uma memória, mas sim uma permanência na vida de cada um de nós.

Feliz Natal!!


23 dezembro 2010

Love...



Para mim, o Natal. E a minha história de amor. O meu casamento. O meu filme preferido. Felicidade.